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A peça “Sorriso de Mãe”, de Gabriel Chalita, estreia em São Paulo

26 de abril de 2022 por Claudia Costa Deixe um comentário

Dirigido por Fernando Philbert e estrelado por Joelson Medeiros,  o monólogo trata do afeto a partir das memórias de um filho com a sua mãe. A peça teatral “Sorriso de Mãe”, de Gabriel Chalita, estreia em São Paulo no próximo  06 de maio, no Teatro Eva Herz.

Depois de estrear no Rio de Janeiro, o monólogo Sorriso de Mãe, com dramaturgia de Gabriel Chalita e direção de Fernando Philbert, desembarca em São Paulo para uma temporada entre os dias 6 de maio e 26 de junho no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. As apresentações acontecem às sextas, às 20h; aos sábados, às 17h; e aos domingos, às 18h.

Estrelada por Joelson Medeiros, a peça mostra, com delicadeza e de forma não-linear, uma série de memórias oriundas da união entre Cícero e sua mãe. Diante da plateia, o protagonista narra e revive lembranças, causos, personagens e amigos que ambos conheceram pelo caminho, costurando uma narrativa que enfatiza aspectos emocionais dessa relação e a necessária valorização dos afetos familiares.

Assista o clipe da peça “Sorriso de Mãe” – clique no link abaixo

https://youtu.be/4XB_qnNBINE

À medida em que Cícero narra todas essas histórias, a plateia conhece como ele se sente com relação a tudo isso. Se esse encontro é uma despedida, uma visita, um sonho ou uma conversa entre Cícero e sua mãe, o público decidirá.

Estrelada por Joelson Medeiros, a peça mostra, com delicadeza e de forma não-linear, uma série de memórias oriundas da união entre Cícero e sua mãe Foto: Nil Caniné

“O próprio personagem diz para a mãe em determinado momento: ‘são muitas histórias, várias vidas em uma só’. E é isso. São muitas vidas em cena. E a nossa maior preocupação é humanizar ao máximo esses personagens apresentados por Cícero, sem que eles se sobreponham à história. O que vai impactar é o sentimento”, comenta Joelson Medeiros, que encara o desafio de fazer um monólogo sem uma caracterização intensa, apoiado quase que unicamente na sua interpretação.

Membro da Academia Paulista de Letras, da Academia Brasileira de Educação e da Academia Brasileira de Cultura, Gabriel Chalita conta que escreveu a peça antes da pandemia, ao se solidarizar com a história de um amigo que havia perdido sua mãe.

“Fui atingido pela tristeza daquela despedida. Fiquei pensando em tantas histórias como aquela e isso me inspirou a falar da celebração dos momentos que eles viveram juntos e de homenagear não somente esse vínculo, mas todos os vínculos humanos. Não de um jeito triste. Ao contrário. Com muita verdade e sensibilidade”, conta o autor.

Para conduzir essa história com a humanidade e a sensibilidade necessárias, Fernando Philbert optou pela simplicidade, pois para ele, a relação entre mãe e filho é baseada nas coisas simples. “Todo mundo, em algum momento, é impactado pelo texto e pelas questões que ele traz. Além disso, ‘Sorriso de Mãe’ aborda essa relação pelo cotidiano e o cotidiano tem uma força imensa. Ainda mais nos dias de hoje. É importante lembrar que ficamos dois anos isolados em casa e que muita gente ficou exilada do seu próprio cotidiano. Assim, a peça usa o dia a dia para comunicar, trazendo uma delicadeza que vai atravessar as pessoas com muita potência”, afirma.

O diretor vê no teatro um ambiente paralelamente ligado às reflexões familiares: “A gente aprende sobre a vida ouvindo e vendo os nossos pais. O teatro também é isso. Ele acontece desse encontro com o público, é uma ação de ouvir. Tanto o ator ouve a plateia, quanto o contrário”, acrescenta

Sinopse

O espetáculo narra as lembranças de um filho diante de sua mãe. Esse encontro seria um sonho? Realidade? Ele revive momentos marcantes de sua trajetória ao lado dessa mãe amorosa, trazendo à tona diversos personagens que acompanharam sua trajetória de vida.

Sobre Gabriel Chalita

Ao longo de sua carreira, Chalita publicou 84 livros, entre eles “A Ética do Rei Menino”, “O Pequeno Filósofo”, “Pedagogia do Amor” e “Sócrates e Thomas More – Correspondências Imaginárias”. Dirigiu várias instituições educacionais e ocupou importantes cargos públicos, entre eles de Secretário da Educação do Estado de São Paulo e Secretário da Educação do Município de São Paulo. Foi, também, vereador em São Paulo e deputado federal. Chalita é professor dos cursos de graduação e pós-graduação nas universidades PUC-SP, Mackenzie, IBMEC e Uninove. É membro da Academia Brasileira de Educação, da Academia Brasileira de Cultura e da Academia Paulista de Letras.

Sobre Fernando Philbert

Gaúcho, radicado há mais de 30 anos no Rio de Janeiro, Philbert começou sua carreira como assistente de direção de figuras tarimbadas do teatro como Domingos Oliveira, Aderbal Freire-Filho e Gilberto Gawronski. Atualmente, é um dos diretores mais atuantes da cena carioca, tendo dirigido peças como “Quando as Máquinas Param”, “Diário do Farol”, “Contos Negreiros do Brasil”, “Idas e vindas”, “Embarque imediato”, “Parabéns, Senhor Presidente”, “Nefelibato”, “O Corpo da Mulher como Campo de Batalha” e “O Escândalo Felippe Dussaert”. Foi ainda indicado ao Shell de Melhor Direção por “Todas as Coisas Maravilhosas”, em 2019. É diretor do programa “Arte do Artista” da TV Brasil e foi codiretor do espetáculo “No Topo da Montanha”.

Sobre Joelson Medeiros

Joelson Medeiros tem mais de 30 anos de carreira no teatro, na TV e no cinema. Entre seus inúmeros trabalhos nos palcos, estão as peças “Werther” (1989), de Goethe, “O Livro de Jó” (1997), “Apocalipse 1,11” (1999), “O Bom Canário” (2012), “José do Egito” (2013), “O Lado B” (2019) e “Na Mesa com Clarice” (2020). Em 2015, é indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator pela peça “Madame Bovary”. Na TV, atuou em novelas como “Páginas da vida” (2006), “Caras e Bocas”, “Terra Prometida” (2016), “A Fórmula” (2017), “Tempo de Amar” (2017) e “Gênesis” (2021).

Ficha técnica:

Autor: Gabriel Chalita

Direção: Fernando Philbert

Ator: Joelson Medeiros

Cenografia: Natália Lana

Figurino: Tiago Ribeiro

Iluminação: Vilmar Olos

Iluminadora assistente: Celma Ungaro
Operador de Luz: Luiz Fernando Vaz Junior

Trilha sonora: Maíra Freitas
Operador de Som: Éder Soarez

Violino e Rabeca – Carol Panesi

Programação visual: Victor Bittow

Costura: Ateliê das Meninas
Contra-regra: Agilson dos Santos
Camareira: Gisele Pereira

Cenotécnico: André Salles

Costureira de cenário: Nice Tramontin

Produção executiva: Elisangela Monteiro

Direção de produção: Roberto Monteiro e Fernando Cardoso

Coordenadora Administrativa: Cenne Gots

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Fotos de divulgação: Nil Caniné

Realização: Mesa2 Produções Artísticas
Equipe Teatro Eva Herz

Curadoria Artística: André Acioli

Gerência Técnica: Hélio Schiavon Junior

 

Serviço:

Sorriso de Mãe, de Gabriel Chalita

Temporada: 6 de maio a 26 de junho, às sextas, às 20h; aos sábados, às 17h; e domingo, às 18h.

Teatro Eva Herz – Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073, Cerqueira César

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada).

Compra online: em Sympla

Bilheteria: De terça a sábado, das 14h às 20h; e aos domingos e feriados, das 13h às 18h (feriados sujeitos a alterações)

Telefone: (11) 3170-4059

Duração: 60 minutos.

Classificação: Livre.

Capacidade: 168 lugares (quatro lugares para cadeirantes).

Texto, video e foto: Divulgação

Arquivado em: Acontece Marcados com as tags: #cultura, #teatro, estreia, Fernando Philbert, GabrielChalita, JoelsonMedeiros, monólogo, peçateatral, São Paulo, sorrisodemãe, TeatroEvaHerz

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

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