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Pessoas com deficiências também estão em aplicativos de relacionamentos

24 de abril de 2023 por Claudia Costa Deixe um comentário

Para fazer as pessoas com diversidade funcional se sentirem mais confortáveis foram criados aplicativos de relacionamento que são dedicados especificamente a esse público. É o caso do Devontee e do BOL Disabled.

 

A dificuldades de lidar com a rejeição e a frustração do amor não correspondido fazem parte da vida de qualquer ser humano. Foto: Pixabay

 

Entrar em um aplicativo de relacionamento sempre foi uma prática comum entre os solteiros, mas para os deficientes ainda é bem complicado frequentar esse universo. Além da vergonha da sua deficiência, pessoas com diversidades funcionais ainda lidam com o bloqueio emocional que deriva do preconceito, de não se sentirem no direito de ser amado, entre outras questões.

A psicóloga Priscilla Souza, formada pela Unesp Bauru, especializada em sexualidade e também cadeirante, trabalha pontos sobre esse aspecto da vergonha com seus pacientes. Por atender pessoas em situações semelhantes à sua, a profissional entende que é de suma importância debater alguns tópicos nessa conversa: “Nesses aplicativos de relacionamentos existem muito mais pessoas comuns do que deficientes, eu particularmente, já tive experiências dentro do universo e, inicialmente, não contava que era deficiente e nem postava fotos que mostravam a minha deficiência. Depois, mudei minha postura quando entendi que, nem sempre, o motivo pelo qual alguém deixava de falar comigo era a deficiência. E que, se a deficiência fosse o motivo para se afastar de mim, então essa pessoa não me merecia mesmo.”  revela a psicóloga.

Esse fator levanta um debate claro sobre a autoestima das pessoas. Percebe-se que esse tipo de depoimento não é raridade dentro desse grupo e isso, segundo Priscilla Souza,  é uma questão de maturidade do próprio deficiente, já que, ao omitir essa informação no começo, favorece uma possibilidade da pessoa encontrar alguém com quem a conversa flua. Mas, no momento de contar sobre sua situação, acaba se deparando com uma reação de recusa por parte do parceiro, o que ocasiona um sentimento de frustração.

A psicóloga Priscilla Souza é especializada em sexualidade. Ela é cadeirante e trabalha com seus pacientes a questão da aceitação. Foto: arquivo pessoal

Entretanto, a especialista revela que essa maturidade vem com o tempo e com a experiência, e que é importante que os deficientes saibam que têm sim o direito de ser amado como qualquer pessoa.

É preciso ressaltar, ainda, que dificuldades de lidar com a rejeição e a frustração do amor não correspondido fazem parte da vida de qualquer ser humano, pois nem tudo acontece do jeito que a gente quer. E o importante é compreender que todos devemos buscar nossa felicidade e não devemos desistir frente a uma recusa.

Para fazer as pessoas com diversidade funcional se sentirem mais confortáveis foram criados aplicativos de relacionamento que são dedicados especificamente a esse público. É o caso do Devontee e do BOL Disabled, comunidades que podem representar um local mais confortável para os deficientes quando o assunto é se relacionar pela internet, relacionamentos que podem ir além dos amorosos, como é o caso de amizades.

 

Sobre Priscilla Souza: Nascida em 1976 em São João da Boa Vista, interior de São Paulo, a psicóloga nasceu com amiotrofia neuromuscular, deficiência que causa diminuição de força física na pessoa. Priscilla afirma que sempre precisou de ajuda para se locomover e realizar suas tarefas, o que nunca foi motivo de vergonha, nem empecilho para se desenvolver e construir uma vida e uma carreira de sucesso.

Apesar da sua deficiência, a psicóloga não foi impedida de construir sua carreira acadêmica e profissional, com especializações e trabalhos reconhecidos pela região. Se formou na Unesp Bauru em psicologia no ano de 1998, é pós-graduada em terapia comportamental pela UFSCAR e ITCR em Campinas e é sexóloga formada pelo Instituto Casal Tessarioli, onde também trabalha dando aulas sobre deficiência e sexualidade.

Além do trabalho no Instituto, Priscilla também possui em seu currículo, um consultório independente onde atende pacientes presencial e on-line, abordando a sexualidade e outras queixas. Por ser especialista em psicologia comportamental, também trabalha no setor de RH em empresas da região de São João da Boa Vista, fazendo avaliações organizacionais.

Por conta da sua expertise em sexualidade e psicologia comportamental, Priscilla obteve um destaque na região do interior de São Paulo, participou semanalmente durante 8 anos de um programa da TV União, emissora educativa de São João da Boa Vista, porém, mesmo com toda essa visibilidade, revela que era vítima de capacitismo (nome dado ao preconceito contra deficientes) de forma recorrente, “as pessoas olhavam com olhar de reprovação, como se eu não pudesse estar em um lugar de evidência falando sobre sexualidade sendo deficiente”, afirma a psicóloga.

 

Texto e foto: Divulgação

 

 

Arquivado em: Inclusão - Respeito & Empatia Marcados com as tags: #namoro, aceitação, BOLDisabled, cadeirante, deficiencia, Devontee, frustação, PcDs, preconceito, PriscillaSouza, psicóloga, rejeição, sexualidade, sites, sitesrelacionamento

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

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