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Como armazenar queijo brie, parmesão, gouda e provolone

28 de junho de 2023 por Elisiê Peixoto Deixe um comentário

 

Saiba qual é a melhor maneira de preservar o sabor de diferentes tipos de queijo por mais tempo

 

Existem mais de 1800 tipos de queijo em todo o planeta. Apesar de terem características diferentes, além do uso do leite, há outra semelhança que une as diferentes variações: a importância do armazenamento correto para que seja possível apreciar o sabor e a textura ideais de cada um deles.

Quando se trata de queijos mais nobres, servidos em ocasiões especiais, podem surgir ainda mais dúvidas: a aparência mofada é uma característica do produto ou o prazo de validade expirou? Se a peça não for consumida integralmente, como guardá-la?

Queijo brie: textura cremosa e casca formada por fungos

O queijo brie é o mais antigo da França, fabricado pela primeira vez na província de Brie no século VIII, a 50 quilômetros de Paris.

Mesmo que o brie seja produzido em todo o mundo, apenas dois recebem o selo Appellation d’Origine Contrôlée (AOC), que denominam a origem de queijos, vinhos e manteigas francesas: o Brie de Meraux e o Brie de Melun. Esses queijos levam receitas secretas que são consideradas uma arma contra a produção em escala.

Parente do camembert, o brie faz parte do grupo de queijos cremosos. Isso significa que os produtos desta categoria devem ter entre 60% a 75% de gordura butírica – parte gordurosa ou creme do leite de vaca. É justamente esse componente que deixa o interior do queijo encorpado e a parte exterior levemente esponjosa e dura, além de conceder o sabor característico.

A casca do queijo é formado por uma espécie de bolor (Penicillium candidum), algo que pode fazer muitas pessoas torcerem o nariz, mas essa parte do brie é perfeitamente comestível e contribui muito para a experiência de saborização, desde que o produto seja produzido adequadamente.

É mais comum que o brie seja consumido frio, mas também é possível assá-lo. Fica ótimo com vinhos (tintos de corpo médio ou leve), champanhe, pães frescos, torradas, compotas, geleias, frutas e mel. É muito popular no café da manhã ou em tábuas de charcutaria.

A melhor maneira de armazenar o queijo brie é em temperatura ambiente, preferencialmente em um pote bem vedado. Isso vai ajudar a manter a textura cremosa e preservar o sabor.

Também é possível guardá-lo na geladeira, embora não seja tão recomendado porque o frio deixa o queijo mais duro e com paladar menos intenso. Para conservá-lo o máximo possível, coloque-o em um pote com fechamento hermético ou embrulhado em papel alumínio e deixe-o na gaveta de legumes e vegetais. Consuma em até 3 dias.

Queijo parmesão tem boa durabilidade

Com raízes italianas, o parmesão é feito de leite coletado logo após a ordenha, parcialmente desnatado pelo processo natural da gravidade.

Seu sabor é levemente picante e a consistência tem certa granulação, beirando a cristalização. Com casca grossa e rígida, faz parte da família dos queijos duros.

Por conta da textura seca, o parmesão é mais utilizado em lascas como acompanhamento de massas e saladas, mas também pode ser utilizado em molhos, com pães e outros pratos.

O armazenamento do queijo parmesão não é complicado. Ele não precisa, necessariamente, de refrigeração, mas dura por muito mais tempo quando é armazenado em ar frio porque é um alimento perecível.

Um pedaço fechado de parmesão pode ficar na geladeira por até oito meses sem nenhum problema, já as versões raladas ou embaladas a vácuo sempre devem ser refrigeradas. Abertos, duram cerca de uma semana.

Gouda: sabor fica menos intenso com o tempo

Esse tipo de queijo faz parte do grupo duros e semiduros – dependendo da maturação –, mas o termo “gouda” é uma classificação genérica. O nome vem da cidade holandesa de mesmo nome, famosa pela fabricação do produto.

A produção tradicional do gouda usa leite de vaca pasteurizado, mas existem produtores que usam o leite de cabra ou de ovelha.

Embora o “clássico” tenha um sabor caramelizado e possa desenvolver cristais de sal ao longo do tempo, existem vários tipos de gouda, como o overjarig, belegen, boerenkaas, oude kaas, graskaas, etc.

Um ponto de atenção é a casca, que muitas vezes tem uma mistura de plástico e parafina, especialmente quando são queijos industrializados. Por isso, é melhor descartar esse revestimento. Queijos artesanais são feitos com ingredientes naturais, então comer a casca é liberado e recomendado – o sabor fica muito mais complexo e intenso.

Para garantir o frescor e preservação do paladar, o gouda deve ser guardado na geladeira. Se possível, deixe-o enrolado no papel da embalagem original e/ou em um recipiente com boa vedação.

Esse queijo dura até 15 dias sem apresentar qualquer problema, mas fica o alerta: o sabor vai ficando menos intenso com o passar do tempo.

Provolone: envolva o queijo para que ele dure mais

O provolone é um queijo italiano semiduro feito a partir do coalho de leite de vaca cozido até chegar a consistência correta. Essa massa descansa até chegar ao processo de filagem, seguido pela adição de sal e secagem.

Com tom amarelado e aroma potente, o sabor muda bastante de acordo com a maturação. Um queijo novo é suave, mas vai se tornando mais picante ao longo do tempo.

Sua casca é fina e a massa é lisa, sem qualquer tipo de texturização. É muito utilizado em sanduíches e pizzas.

O provolone deve sempre ser armazenado na geladeira. Depois de abri-lo, é preciso embrulhá-lo novamente na embalagem original ou papel alumínio. Também é possível enrolar o queijo em papel manteiga e depois embalar no plástico filme antes de colocar no refrigerador. Desta forma, o provolone ficará bom por até três semanas.

 

 

Arquivado em: Gastronomia Marcados com as tags: #armazenarqueijos, #portalideiadelas, #queijos, gastronomia

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

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