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Cláudia Costa e Elisiê Peixoto

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Vinho, sempre uma boa companhia

6 de fevereiro de 2018 por Elisiê Peixoto 4 Comentários

O vinho é uma das bebidas mais conhecidas e elogiadas do mundo. E o seu poder vai além do sabor. Ele agrega história, cultura, prazer e estilo de vida. E amigos. Sim, a cada dia cresce o número de confrarias, reuniões e eventos em torno desse universo. O vinho tem sedução, glamour, mistérios. Conversamos com alguns apreciadores dessa bebida tão falada e amada. Eles dão algumas dicas sobre o tipo e o cultivo de uvas, rótulos, clima, fabricação e regiões. Vamos conhecer e degustar juntos?

 

Por Claudia Costa e Elisiê Peixoto

Eduardo Rizzi, conhecedor de um bom vinho, ele entende do assunto e no rastro dos pais, tornou-se um apaixonado pela bebida.

A casa Vinhos & Cia- Grand Cru é tradicional em Londrina e no Paraná. Desde 1986 atende um publico apaixonado por vinhos, e desde a sua inauguração, ainda na avenida Higienópolis, busca excelência em serviços. Hoje, é referência no setor. Eduardo Rizzi, filho do casal Cristina e Alcir Valencia, assumiu a direção da casa em 2003, e tem feito um excelente trabalho, agregando valor, buscando novas parcerias, oferecendo bons rótulos, conquistando um perfil de publico diferenciado, mantendo os clientes tradicionais.  O vaivém na loja é constante. A concorrência não alterou o dia a dia desse espaço, que hoje está localizado na Rua Goiás, 1759. Eduardo, 39 anos, é sócio proprietário e sommelier. Conhecedor de um bom vinho, ele entende do assunto e no rastro dos pais, tornou-se um apaixonado pela bebida. “O Brasil é um país onde se bebe muito vinho. Somos um país com enorme potencial e que tem sobrevivido à crise econômica e aos problemas políticos graves. E o mercado de vinho, alheio a tudo isso, continua crescendo. As pessoas continuam a tomar vinho, a comprar, a saborear. Talvez até em menor quantidade, mas nunca deixaram de consumir. Eu nunca deixei de crescer, mesmo com a abertura de casas concorrentes. Tem espaço para todos que continuam a fazer o seu trabalho dignamente e com determinação. E mundialmente, o vinho só cresce. Entendo que os vinhos tops, aqueles muito caros, vão continuar caros, porém, a qualidade de vinhos inferiores, melhorou consideravelmente.  Surgiram novas tecnologias e com certeza as produções melhoraram em todos os níveis.

Eduardo ressalta a qualidade dos espumantes brasileiros: “É um baluarte nacional, muito superior a espumantes de outros países, nisso somos mestres e temos conquistado grandes vitórias. Considero o Victoria Geisse, o melhor espumante. E sem dúvida, trata-se de uma bebida que as mulheres adoram. Isso também é interessante, porque o público feminino consumidor de vinho tem crescido. Basta observar o número de confrarias de mulheres que tem surgido. Elas estão entendendo e dominando o assunto, inclusive com palestras e cursos dados por sommelieres. Em nosso outro espaço, o DOC, na Gleba Palhano, é frequente o número de mulheres que se encontram para saborear uma garrafa de vinho”, conta o sommelier.

Entre as indicações de vinhos dadas por Rizzi para o Portal Ideia Delas, ele cita: “Há uma infinidade de vinhos bons. Mas tenho algumas preferências como o argentino Pulenta, os chilenos Errazuriz e Leyda, o português Churchill´s, o espanhol Alion, o italiano Mazzei. E para uma grande comemoração, o italiano Dell’ Ornellaia. E ressalto que hoje, temos vinhos que se classificam como excelente custo benefício. Vinhos bons na faixa de 40 a 60 reais a garrafa. Hoje é possível receber um grupo de amigos e servir vinhos de qualidade num preço acessível. Na loja temos uma prateleira com vinhos mais em conta e que são indicados. O importante é atender bem todo público, desde o maior ao menor consumidor”. (Eduardo Rizzi, sócio proprietário da casa Vinhos & Cia)

 

Patricia Brill, bioquímica e apaixonada por vinhos!

“Sou apaixonada por vinhos e estou sempre em busca de novidades. Em 2006, fiz um curso de introdução ao mundo do vinho pela Associação Brasileira de Sommeliers e, desde então, o respeito e a admiração aumentaram. Nosso clima tropical favorece a degustação de brancos, que me agradam muito. Os tintos, sempre bem-vindos. E os rosés? Ah! Esses adoro tomar com gelo. Eu e o meu marido estamos sempre em busca de vinhos com melhor custo/benefício. Algumas vezes, uma grande expectativa nos decepciona e uma grande surpresa acontece. Recentemente, um vinho que me surpreendeu foi o da uva Bobal, o Bobal de Sanjuan. Um vinho frutado com boa acidez e taninos discretos, com notas olfativas de violeta, pimenta e alcaçuz. Eu e o meu marido costumamos tomar uma taça de vinho todas as noites antes de dormir e brincamos de adivinhar qual uva, qual região. Trata-se de um exercício interessante, uma degustação às cegas que melhora o olfato. Analisar todas as características organolépticas é um prazer, talvez pela minha formação, pois sou bioquímica. Um vinho branco que compramos há quatro anos e gostamos, e voltamos a comprar, chama-se Cocó e tem uma história interessante. Homenageia Socorro Lopes de Souza, mãe do dono da vinícola Souza, que era conhecida como Cocó. Pois dona Cocó tinha por hábito misturar em sua taça um pouco de chardonnay e outro pouco de alvarinho. E essa foi a inspiração para a criação do corte do novo vinho: 70 por cento de chardonnay e 30 por cento de alvarinho”, explica.

“Um espumante que é pura elegância é o Rivarose brut, maravilhoso, da região de Provence, na França. Com a cor salmão, claro, tem perlage fino e abundante. Parece que foi feito para comemorarmos os melhores momentos da vida, um luxo só. Ou simplesmente feito para curtir a alegria de viver. “Feito para deixar a vida mais gostosa ainda”, indica o distribuidor. Um ícone é o italiano Masseto, um dos mais caros. Um vinho que estava fechado e aos poucos foi evoluindo nas taças. Talvez a ansiedade para degustá-lo gerou uma certa frustração e a vontade de degustá-lo novamente é grande. Este é o mundo do vinho, cheio de histórias, repleto de alegrias e infindáveis garrafas para se abrir e degustar”, finaliza. (Patrícia Brill, farmacêutica e bioquímica)

 

 

Lucy Lombardi: “O vinho tem uma complexidade fascinante. Uma taça diz muita coisa, quando você conhece a procedência, o clima, a região, a uva”.

 

 

Lucy Meire Moura Lombardi formou-se em Enologia na cidade de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Ela é londrinense, 36 anos. Já havia estudado Física e sempre teve uma paixão pela Astronomia. Essa jovem cheia de ideias e curiosidades acabou se enveredando para a gastronomia, chegando a trabalhar num navio. Foi assim que teve uma queda especial pelo vinho, conhecendo e admirando os segredos de uma boa garrafa da bebida. “Cresci vendo os meus pais saborearem vinho. Eu já conhecia um pouco desse universo. E daí que acabei sendo seduzida por essa paixão e fui estudar para saber mais. A faculdade que cursei é rigorosa, ‘puxada’, aprendemos viticultura e enologia, desde a ‘muda’ e o plantio do vinhedo até a produção, a escolha da garrafa e dos rótulos. Formei-me em 2012, quando retornei a Londrina. E decidi que não gostaria de estar numa vinícola, mas trabalhar com o público. Desde então dou palestras, cursos, monto confrarias de mulheres, de casais, estou sempre falando de vinho, que é um assunto inesgotável. O vinho tem uma complexidade fascinante. Uma taça diz muita coisa, quando você conhece a procedência, o clima, a região, a uva. Sempre há o que ser desvendado. O enólogo tem um trabalho de muita responsabilidade, afinal ele atua junto com o agrônomo, comanda todo o processo da vinícola”, comenta.

A jovem é apaixonada por espumantes e explica. “Eu adoro os espumantes brasileiros, que são reconhecidos e ganhadores de prêmios importantes. Costumo dizer que eles têm glamour. E também gosto do processo que é diferenciado. Como indicação, cito os espumantes da Casa Valduga, maravilhosos. O Brasil é um bom produtor de vinho espumante e que tem conquistado muitas medalhas lá fora. Também gosto dos espumantes moscatel da Casa Perini. Sensacionais. Mas, claro, não dispenso um bom tinto, principalmente os vinhos franceses, e tenho uma queda pela elegância e pela leveza dos vinhos de Beaujolais. Cada lugar tem sua peculiaridade e atende um público específico. Uma das coisas que mais gosto é poder falar para o público aquilo que sei. Estudar vinho é aprender sempre. Amo o que faço.” (Lucy Meire Moura Lombardi, enóloga)

 

Keli Bergamo: “Para mim é importante ir além do nome, do preço, mas sim entender a história daquela determinada uva e região, do produtor”.

Ela é advogada, mas tem algum tempo que se rendeu à paixão pelos vinhos. “Enquanto der para levar as duas profissões juntas, vou levando. Mas admito que não tem sido fácil, porque ambas exigem estudo e pesquisa”, comenta Keli Bergamo, de Catanduva (SP) e que está em Londrina desde quando ingressou na faculdade. “Foi em Londrina que comecei a me interessar por vinhos. O interesse cresceu e, paralelamente à especialização em Direito, frequentei alguns cursos promovidos pela Associação Brasileira de Sommelier em São Paulo e iniciei estudos na prestigiada Escola Inglesa Wine & Spirit Education Trust. São quatro níveis que lhe conferem o título de especialista em vinhos. Há quatro anos comecei a escrever sobre vinho e fui me aprofundando no tema, comecei a ser chamada para dar palestras, aulas e eventos privados. Ministro aulas na Menu Escola de Gastronomia, uma escola com excelência e que valoriza a cultura da gastronomia e vinhos. As turmas estão sempre empenhadas e interessadas e isso me motiva a conhecer mais o assunto que é inesgotável. No último ano, fui convidada e avaliada e agora também ministro aulas para o WSET pelo Brasil. Há vinícolas incríveis no mundo e as viagens facilitam a compreensão dos vinhos que vêm de cada canto do mundo. Estou sempre comprando novos rótulos, sempre buscando o novo. Costumo dizer que alguns rótulos exigem de nós um prévio conhecimento. Muitas vezes não estamos preparados para entender sua complexidade e isso pode nos afastar do mundo dos vinhos. Para mim é importante ir além do nome, do preço, mas sim entender a história daquela determinada uva e região, do produtor”, explica Keli.

Os espumantes brasileiros têm conquistado grandes colocações no mercado internacional e merecem reconhecimento. Keli cita as produções da Salton, Miolo e Valduga, que são as maiores e cujos vinhos são encontrados com maior facilidade pelo Brasil e também pelo mundo. “O brasileiro está consumindo vinho com mais habitualidade e os preços são variáveis. Temos vinhos excelentes com preços bons e que se encaixam em diversas ocasiões e bolsos. O Victoria Geisse Rosé é um ótimo espumante para se ter em casa. Dentre os tintos, um dos de melhor custo/benefício e curinga na harmonização é o toscano da Vinícola Mazzei, Poggio Badiola. Ambos da Grand Cru. Para um momento especial e quando o bolso permite, recomendo os vinhos da Argentina Casa El Enemigo, da região de Mendoza. Meu favorito é o da uva Cabernet Franc. É importado pela Mistral. Para os dias quentes, a dica é um branco leve como o chileno Cousiño Macul Isidora Sauvignon Gris, que fica perfeito com saladinhas, entradas e frutos do mar e que pode ser encontrado no Super Muffato, em Londrina”, finaliza a expert. (Keli Bergamo, advogada e especialista em vinho)

 

 

Luis Parellada, um grande apaixonado por vinhos

 

Ele é espanhol de nascimento, mas brasileiro de coração. O médico Luis Parellada Ruiz, natural de Barcelona, veio aos 25 anos morar no Brasil para fugir de uma possível guerra na Europa. Formado em Medicina, doutor Parellada, como é conhecido, é sócio proprietário do laboratório Lab Imagem. Luis Parellada é um bom gourmet, aprecia a boa culinária e em especial os bons vinhos. Ele é membro da Confraria do Vinho de Londrina (Covil) e seus membros se reúnem uma vez por mês para apreciar a bebida. Frequentemente, Parellada é convidado para falar sobre o assunto. Ele começou a beber vinho ainda criança. “Na Espanha, o vinho é considerado um alimento. Desde pequena, a criança (entre 8 e 10 anos) toma a bebida misturada com água”, explica ele. O médico consome a bebida todos os dias, uma taça no almoço e outra no jantar. Não se considera um colecionador, em seu apartamento possui somente 15 garrafas. Sua referência são os vinhos tintos. Ele indica o vinho espanhol Tempranilho, sua uva tinta é a mais importante da Espanha e seus vinhos apresentam elegância e refinamento. Segundo o médico, o vinho que ele mais gostou foi um australiano: “Foi o Penfolds Grange, oferecido por um amigo”, salienta Parellada. O espanhol faz uma demonstração como os espanhóis consomem a bebida, bebendo no “porron” – garrafa de vidro em que é colocado o vinho. (Luis Parellada, médico)

 

Marco Miguita e a esposa Carolina, apreciadores de vinho

O médico cardiologista Marco  Miguita gosta de todos os tipos de vinhos. “Cada um com sua característica de terroir e uva”, salienta ele. Para Miguita, beber vinho é um aprendizado contínuo e sempre é uma nova experiência, dependendo do ano, clima e região da uva. Ele consome a bebida somente nos finais de semana e na companhia dos amigos. Miguita não se considera um colecionador de vinho, porém possui uma adega com bons exemplares da bebida. Ele participa de uma confraria de vinhos, “o que possibilita apreciarmos vinhos mais caros, como os franceses da região de Bordeaux”, diz ele. A preferência do médico cardiologista é um vinho italiano, o Montevertine. Sempre que viaja, ele aproveita para comprar algumas garrafas. “Existem muitos vinhos que não são encontrados no Brasil. Por isso, sempre compro quando viajo, assim vou conhecendo novos vinhos”, salienta. ( Marco Miguita, médico).

– Os médicos Luis Parellada e Marco Miguita indicam as confrarias para aquelas pessoas que desejam conhecer e aprender mais sobre vinhos, tipos de uva, regiões, safras terroir (é um termo francês que representa vários fatores responsáveis pelo cultivo da videira, determinando a qualidade da uva e, por consequência, do vinho).

 

Carlos Arrabal: “Adoro receber meus amigos em torno de bons vinhos”.

Grace e Carlos Arrabal têm um hábito semanal que se estende há vários anos. Toda sexta-feira, separam um tempo a dois, ao entardecer, para degustar um vinho especial. Sim, eles são apreciadores de vinho, adoram receber os amigos nos finais de semana, quando o anfitrião escolhe algumas garrafas de sua adega. “Sou de uma família espanhola que sempre tomou vinho. Um hábito familiar que gosta de comer e beber bem. Com o tempo fui me tornando um autêntico apreciador. Eu e a minha esposa viajamos com frequência para a Europa, em especial a Sevilha, lugar que nos encanta, e lá sempre experimentamos novos rótulos. Costumo dizer que o vinho reflete o nosso estado de espírito e é infinito, são muitos sabores e aromas. À medida que você vai degustando, você vai aprendendo, querendo saber mais sobre determinada uva, região. Desvendar o segredo de um vinho faz toda a diferença. Sou um apaixonado por vinhos e, para nós, reunir os amigos para saborear um rótulo novo, por exemplo, não tem preço. É sempre uma alegria”, comenta Carlos.

Recentemente, o casal esteve em Portugal e em Évora conheceu a vinícola Dona Dorinda (www.donadorinda.com). “Trata-se de uma vinícola orgânica, com uma produção restrita, garrafas numeradas e um processo trabalhoso, cuidadoso, fantástico. O vinho tem essa peculiaridade, aguça a nossa vontade de conhecer e experimentar. Há inúmeros vinhos bons no mundo e de regiões completamente diversas. Mas se é para citar algum, indico o tinto argentino, da região de Mendoza, “Pequenas  Producciones”. Outro que costumamos tomar e apreciamos bastante é o Nicolas Catena Zapata, sem dúvida um tinto grandioso. Não me atenho a preço ou modismos. Para mim, todo vinho tem a sua característica. Pode ser um rótulo caro ou não. O que me desperta interesse é a sua história. E o que me prende é o sabor”, finaliza. (Carlos Arrabal, empresário)

(fotos vinhos/Google)

Arquivado em: Destaque, Entrevistas

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

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Comentários

  1. Grace Arrabal diz

    6 de fevereiro de 2018 em 19:32

    Adorei Elisie,todos grãndes apreciadores!!!
    Excelente.materia,!!!!
    Vc e Claudia cada dia uma reportagem fantástica.
    Parabéns para dupla,Parabéns amiga querida!

    Responder
  2. Rhamon bueno pelisser diz

    18 de março de 2018 em 12:35

    Tive o prazer em conhecê-las no mercado guanabara na noite de sábado, onde também me falaram do portal… Acessando hoje encontrei matérias que me despertaram prazer e curiosidade, onde esta em particular me chamou atenção pelo conteúdo e escrita esclarecedora, um portal de leitura sobre temas variados e dinâmicos para ambos os sexos. Parabéns!

    Responder
    • Claudia Costa diz

      18 de março de 2018 em 16:24

      Obrigado Rhamon pelo incentivo. Indique nosso portal para seus amigos e familiares. abraços

      Responder
  3. katia zanetti diz

    7 de agosto de 2018 em 15:37

    Adorei as entrevistas Amiga! Precisamos voltar a tomar vinho juntas, saudades

    ka

    Responder

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