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Procedimentos inovadores e tecnologias avançadas revolucionam o cuidado com as unhas

22 de janeiro de 2023 por Elisiê Peixoto Deixe um comentário

Cassio Pantoja é CEO da Bela Russa. Foto divulgação/assessoriadeimprensa

*Cassio Pantoja

Novas tecnologias sempre surgem da necessidade humana de melhorar a vida das pessoas. Ao longo da história, mudanças na cultura e na maneira de pensar dos diferentes povos impulsionaram a criação de tecnologias que, atualmente, são responsáveis por uma enorme revolução no cuidado com as unhas.

Para se ter uma ideia da amplitude dessas mudanças, antigamente, eram os homens quem pintavam as unhas. Soldados babilônios usavam tinta preta para demonstrar força durante batalhas e imperadores chineses pintavam as unhas com tinta dourada para ostentar poder e riqueza. Séculos mais tarde, o hábito mudou das mãos masculinas para as femininas. No antigo Egito, Cleópatra ficou famosa por ser a única mulher que podia colorir suas unhas de vermelho.

Na Idade Média, período em que os problemas sanitários eram um grande desafio,

a aplicação superficial de cores deu lugar a uma abordagem mais ligada à saúde. Nessa época, a alta sociedade valorizava quem tinha unhas curtas e bem limpas, pois a higiene tinha se tornado um dos principais símbolos de status e beleza. Afinal, era assim que as mulheres aristocratas se diferenciavam das camponesas, que tinham suas unhas longas, quebradas e geralmente com as pontas encardidas.

Mais tarde, essa forma de pensar deu origem a palavra manicure: do francês, “mani”, que significa mãos, e “cure”, que quer dizer cuidado. Manicure, portanto, não se restringe à mera aplicação de tinta nas unhas e, muito menos, é aceitável que o processo cause qualquer dor ou desconforto às mulheres. O serviço de manicure, se realizado de acordo com sua essência, abrange um processo completo de cuidado com as mãos, em que a preservação da saúde das unhas é a máxima prioridade.

Na história recente, as russas levaram essa abordagem tão a sério que acabaram elevando as técnicas de cuidado com as unhas para níveis até então inimagináveis. Ao longo de décadas, essas técnicas formaram um método próprio, que até hoje é regido por princípios de saúde extremamente rígidos. Para acompanhar a evolução do método russo, foi necessário incorporar cada vez mais tecnologias que, de tão avançadas, literalmente revolucionaram o mundo do cuidado com as unhas.

 

No método russo original, alicates e outros instrumentos antigos deram lugar

a aparelhos que utilizam fresas especiais, confeccionadas com materiais nobres como, por exemplo, o diamante. O serviço de manicure realizado com aparelho e fresas diamantadas remove calosidades e cutículas por meio de um processo chamado microdermoabrasão. Também conhecido como peeling mecânico, esse procedimento

é muito mais preciso e delicado do que os que utilizam ferramentas de corte. Por não agredir o sistema imunológico, a manicure com aparelho colabora para a desaceleração do crescimento da cutícula que, após algumas sessões, volta a crescer em seu ritmo natural, ou seja, exatamente como a de alguém que nunca usou alicate.

 

As fresas de cerâmica, por sua vez, são utilizadas para a remoção dos esmaltes especiais, incluindo os de gel. Além de realizar a remoção sem gerar aquecimento – o que causaria desconforto à cliente – a cerâmica tem abrasividade seletiva, que atua com mais intensidade sobre materiais artificiais. Ao tocar a superfície da unha natural, a fresa de cerâmica tende a deslizar, diminuindo muito o risco de lesões.

O mesmo avanço tecnológico pode ser visto nos esmaltes profissionais de três camadas. A primeira delas, chamada base, é produzida com componentes variados, dos mais rígidos aos mais emborrachados. Essas diferentes propriedades permitem que a profissional escolha a base mais adequada para cada tipo de unha, tornando possível realizar diversos tipos de correções. Unhas côncavas, convexas, largas, estreitas demais ou com rugosidades e imperfeições na superfície podem ser corrigidas completamente.

 

A tecnologia também ajuda a restaurar uma unha quebrada ou trincada, sem a necessidade de sacrificar o comprimento das demais unhas naturais. Nesses casos,

é utilizado o polygel, um material superavançado com características que imitam a unha natural, incluindo peso, flexibilidade, transparência e resistência. Além de promover uma aparência idêntica à unha natural, o material é imperceptível no uso diário a ponto de muitas mulheres chegarem a esquecer qual unha foi restaurada.

Os equipamentos de biossegurança também avançaram. A cuba ultrassônica limpa os instrumentos por meio de um processo chamado “cavitação”, no qual microbolhas de ar explodem e geram microjatos de água que desprendem o tecido orgânico de fresas e acessórios utilizados.

Do esmalte vermelho de Cleópatra ao método desenvolvido na Rússia, as tecnologias não pararam de evoluir e de valorizar a beleza das mulheres. Ganham, com essa evolução, clientes do mundo todo, que hoje dispõem de soluções para terem suas próprias unhas bem cuidadas, duráveis, longas e saudáveis. Ganham, também, as profissionais especializadas, que passam a ter uma profissão cada vez mais respeitada e bem remunerada. E, por fim, ganha todo o setor de cuidado com as unhas, que conta com o crescimento de um mercado cada vez mais qualificado, estruturado e promissor.

*Cassio Pantoja é CEO da Bela Russa – 1ª rede de franquias de estúdios especializados no método russo original de cuidados com as unhas.

Arquivado em: Beleza da Hora - Publieditorial Marcados com as tags: #Belezadahora, #novidades, #portalideiadelas, #unhas

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

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