"Provavelmente ela não falava com tanta fluência e ele não escutava com tanta facilidade. Mas naquele momento era o que menos importava. Porque ambos sorriam. Havia lucidez, carinho e alegria". Por Elisiê Peixoto Hoje pela manhã, ao abrir a janela do meu quarto, - a primeira coisa que faço ao me levantar - deparei-me com uma cena bonita, registrada na … [Ler mais ...] sobreA percepção do cotidiano: a criança e o velho na calçada da minha rua


