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Saco de pancada, jamais!

22 de setembro de 2017 por Elisiê Peixoto 10 Comentários

 

 

 

Ninguém merece levar grosseria, estupidez, palavra atravessada porque o outro bateu o carro, brigou na empresa, discutiu com a vizinha, está devendo no banco. Existe um limite para tudo isso

Por Elisiê Peixoto

Tenho dois filhos, um completamente diferente do outro em relação a temperamento. A menina é comunicativa, amorosa, chora à toa, emocional, muito parecida com a mãe. O menino, meu caçula, é exatamente o oposto: introspectivo, quieto, guarda sentimentos, é de poucas palavras e expressa carinho de forma única e diferenciada. Criei ambos exatamente com a mesma educação, princípios, valores. Convivemos bem com as diferenças, mesmo porque conheço meus filhos só de olhar. E também porque, em qualquer relação, respeito tem que existir. Nem sempre concordamos em tudo, mas aceitamos a forma de viver e de pensar de cada um. Se não for assim, a vida familiar vira um caos total.

Porém, existe algo que precisa ser revisto e alertado entre amigos, parentes, namorados, marido e mulher. E que, independente de temperamentos, acontece com todo mortal. Então vamos ao que interessa: ninguém tem culpa do que acontece de ruim com a sua vida. E saco de pancada só é muito bom para treinar boxe. Ninguém merece levar grosseria, estupidez, palavra atravessada porque o outro bateu o carro, brigou na empresa, discutiu com a vizinha, está devendo no banco. Existe um limite para tudo isso.

É certo que nesses períodos ficamos com os nervos à flor da pele, nossa sensibilidade fica comprometida, as emoções afloram, tudo parece conspirar contra. E acabamos desabando e descontando naquele que está mais próximo ou que, sem saber como e por que, cruza o nosso caminho. Mas eu garanto que descarregar a sua decepção e angústia nas outras pessoas não é a melhor forma de convivência.

Não sei você, mas a minha melhor forma de expressar um desapontamento, uma decepção ou uma dor, ainda é o choro. Emoções expressadas através das lágrimas, para mim, são emoções superadas. Incrível como chorar me alivia e não permite que eu vá além. Costumo dizer que desconfio de quem não derrama uma lágrima, porque sempre acho que lágrimas guardadas se transformam em grosserias reveladas. Até porque não costumo me privar do riso e do choro.

 

“Emoções expressadas através das lágrimas, para mim, são emoções superadas”.

Também não apoio gente que, numa grosseria disfarçada de sinceridade, fala o que dá na telha. Esse tipo de comportamento me assusta. Acho uma total falta de educação e de respeito e, vamos combinar, há comentários disfarçados de sinceros que não edificam em absolutamente nada. As palavras têm peso e podem ser algo destrutivo. Observo que pessoas que agem assim estão sempre patinando e ninguém as quer por perto. E, para encerrar, um pedido de desculpas desmonta até um elefante bravo. Policiar nossas ações, rever alguns conceitos e superar desentendimentos tornam a vida mais leve. Você não conseguirá confrontar alguém de forma produtiva se devolver na mesma moeda, com grosseria e arrogância. Lembre-se, o problema não é você, mas a outra pessoa. Por isso, ser saco de pancada não é a melhor opção.

Arquivado em: Cá pra nós, Colunistas, Sem categoria

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

Reader Interactions

Comentários

  1. Sandra Piazzalunga diz

    22 de setembro de 2017 em 21:07

    …” tbém.não.apoio gente que, numa grosseria disfarçada de sinceridade, fala o que dá na telha “. Idem, idem, idem !!!! Falou tudo amiga …belo texto !!! 👏👏👏👏👏👏👏👏

    Responder
  2. Vivian Valente diz

    23 de setembro de 2017 em 07:25

    Perfeito Elisiê! Essa ” tal sinceridade a” pra mim é falta de educação. Nossa sinceridade não pode agredir o outro. É a questão de ser saco de pancada, acho que as pessoas estão vivendo no limite do estresse, que nao pensam duas vezes antes de descarregar a raiva, frustação e insatisfação em outra pessoa. Como diz uma GRANDE amiga chamada ELISIÊ, precisamos praticar nossa paciência a cada minuto, não tem outra maneira, o segredo pra conseguirmos??? DEUS!!! Beijos amore!!

    Responder
  3. Cidinha Prandini Pereira diz

    23 de setembro de 2017 em 07:42

    Ninguém melhor q vc, Elisiê, autora de 5 livros sobre violencia, para abordar de maneira tão assertiva a origem de grande parte de nossos problemas… a violencia domestica. Devemos lutar pela PAZ NOS LARES, para tanto, precisamos trabalhar nossa paz interior.

    Responder
  4. Elaine Parra El-Kadrr diz

    23 de setembro de 2017 em 07:54

    Também desconfio de quem não chora! Pode saber que uma hora vem chumbo grosso!!!

    Responder
  5. Sonia Medeiros diz

    23 de setembro de 2017 em 08:32

    Querida Elisie, seu texto me proporcionou uma auto análise de minha conduta e me fez repensar sobre minhas atitudes frente a situações desagradáveis e contrárias ao meu modo de pensar e de agir.
    Obrigada amiga !Valeu muito.obrigada.

    Responder
  6. Lucia diz

    23 de setembro de 2017 em 09:37

    É isso Elisiê!!! Violencia é para além da agressão física…infelizmente, a agressão emocional está cada mais inserida no cotidiano das pessoas e, textos como o seu, ajudam a dar visibilidade a esse tipo de problema e a não banalizarmos reações como as descritas. “Descontar” no outro é ser violento!!!

    Responder
  7. Audrey Lonni diz

    23 de setembro de 2017 em 13:09

    Perfeito querida! Como sempre suas palavras são muito sabias, sinceras e de bom senso!!!

    Responder
  8. Heloísa Bettoni diz

    23 de setembro de 2017 em 14:37

    Elisie como sempre adorei seu texto . Bjo

    Responder
  9. Geo montoza diz

    25 de setembro de 2017 em 09:35

    Boa reflexão Elisiê
    Sem querer generalizar, percebo que as pessoas, estão se tornando cada vez mais grosseiras sob o manto da tal sinceridade. Algumas têm o que chamamos de incontinência verbal .
    Não estou fazendo movimento anti-sincero, ou movimento pró-hipocrisia. Não, longe disso. Sei que sinceridade é o traço do caráter ou da personalidade de um indivíduo. É uma virtude que se traduz em uma conduta franca, verdadeira e leal. Sinceridade é dizer o que você realmente pensa, mesmo sabendo que isso pode te prejudicar. Mas não lhe dá o direito de ser “desecudado”

    Responder
  10. Lincoln diz

    27 de setembro de 2017 em 07:24

    Não esperar e nem criar expectativas das pessoas acaba diminuindo essa indignação. Treinar em nós a capacidade de controlar a grosseria nos faz melhores nos relacionamentos mais próximos e com aqueles com quem nunca topamos na vida. O certo é que muita gente não está preparada, desconhece ou não tá nem aí pra educação e o portar-se com respeito ao próximo. Um beijo pra você, querida!!!! Belo texto!!!! Sempre boas ideias!!!

    Responder

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