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O médico Milton Ogawa explica que a retirada da vesícula não provoca nenhum problema

13 de março de 2024 por Claudia Costa Deixe um comentário

O  meu testemunho nesta matéria é para alertar as pessoas sobre a importância dos exames preventivos e do diagnostico precoce.  Em um exame de rotina, descobri que eu tinha uma “pedreira” na minha vesícula.  Em poucos dias, realizei vários exames para excluir outras doenças e passei por uma cirurgia para retirada da vesícula por videolaparoscopia. O procedimento, realizado pelo cirurgião do aparelho digestivo, dr. Milton Ogawa, foi realizado no Hospital Gastroclínica. A cirurgia durou 40 minutos e recebi alta no mesmo dia.

 

Por Claudia Costa

Desde a adolescência eu sempre tive problemas de má digestão, gastrite e refluxo, questões importantes que devem ser valorizadas. Entretanto, quando convivemos muito tempo com alguns sintomas eles passam a ser considerados “normais’, o que de fato não são.

Anualmente, realizo meus exames preventivos e este ano um sinal de alerta acendeu. Em um exame de rotina, o médico ultrassonografista identificou que a minha vesícula estava com muitas “pedrinhas”.  Como toda jornalista curiosa fiquei surpresa com aquelas luzinhas brilhantes que apareceram no exame.  Eu não conseguia dimensionar a quantidade de pedras, só fui perceber isso quando recebi o material retirado na cirurgia, conforme foto postada abaixo.

 

A vesícula é um órgão do sistema digestivo que se localiza no lobo inferior do fígado e é responsável pelo armazenamento de bile. Por vezes, ao invés de somente bile, também podem se formar pedras no interior desse órgão do paciente, já que é na bile que consiste a mistura de várias substâncias. Uma delas é o colesterol, responsável por mais de 75% dos casos de pedra na vesícula, e que acaba resultando em sintomas diversos como dor abdominal, febre e até mesmo vômitos e náuseas.

A vesícula biliar é um órgão em formato de pera, que faz parte do sistema digestório, localizado embaixo do fígado, na parte superior direita do abdômen, e tem como função principal concentrar, armazenar e excretar a bile, que é constituída por colesterol, sal biliar, pigmentos biliares, imunoglobulinas e água.

Sintomas de pedra na vesícula

Algumas pessoas com pedra na vesícula podem não ter nenhum sintoma, enquanto outras enfrentam uma dor intensa e descontínua. Entretanto, isso depende do tamanho dos cálculos e de sua localização.

Os principais sintomas observados são:

  • Dor na parte superior e central do abdome ou no quadrante superior direito;
  • Mal-estar;
  • Náuseas;
  • Intolerância quando ingerem alimentos gordurosos;
  • Vômitos (acompanhados de dor abdominal).

A cólica biliar provocada pela presença do cálculo no duto persiste enquanto a pedra estiver lá. Em alguns casos, a pedra volta para a vesícula ou é empurrada para o intestino. Quando isso ocorre, a crise dolorosa diminui. Se isso não ocorrer, a dor persistirá até a remoção cirúrgica da vesícula.

 Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico de cálculo biliar é realizado através do exame de ultrassom de abdome total, que mostra a presença dos cálculos. O médico também poderá pedir alguns exames de sangue para medir a quantidade de bilirrubina e de enzimas pancreáticas.

A quantidade de pedras retiradas da minha vesícula na cirurgia

A partir do diagnóstico do ultrassom, me consultei com o dr Milton Ogawa, cirurgião do aparelho digestivo, que me solicitou outros exames como endoscopia e colonoscopia, além de vários exames de sangue.  A decisão de retirar a vesícula já estava decidida, porém precisava afastar outras complicações.

A retirada da vesícula não provoca nenhum problema, pois a bile continuará sendo produzida pelo fígado e sendo lançada no intestino.

Pode parecer que o cálculo é inofensivo, porém, se ele bloquear o fluxo da bile para o intestino, causará um quadro inflamatório.

A vesícula biliar é um órgão em forma de saco localizado junto ao fígado. Sua função é armazenar a bile, líquido produzido pelo fígado que atua na digestão dos alimentos. Da vesícula, a bile é lançada no intestino, onde vai desempenhar um papel importante na digestão.

Segundo Milton Ogawa, o esvaziamento inadequado da vesícula pode formar pequenos cálculos. Esses podem obstruir o fígado, levando a problemas sérios como a hepatite e a pancreatite

Fatores de risco

Mulheres em idade fértil ou com mais de 40 anos são mais propensas a ter cálculos biliares;

  • Obesidade;
  • Dieta rica em gordura e pobre em fibras;
  • Terapia com estrógenos;
  •  Predisposição familiar e antecedente pessoal de anemia hemolítica

A bile, produzida no fígado e armazenada na vesícula, é uma combinação de várias substâncias, incluindo o colesterol, que é o maior responsável pela formação de cálculos.

O tratamento para cálculo biliar é realizado através da remoção cirúrgica da vesícula biliar, procedimento chamado de colecistectomia. Tecnicamente, não é viável retirar apenas os cálculos, e além disso, podem se formar novas pedras no futuro. A cirurgia é geralmente realizada por videolaparoscopia, com anestesia geral, e, em geral, a recuperação é rápida.

Complicações

A presença de um cálculo na vesícula biliar pode desencadear algumas complicações. São elas:

  • Colecistite: ocorre quando um cálculo bloqueia o canal que leva a bile da vesícula até o intestino (duto cístico) causando uma inflamação. No quadro mais grave, a inflamação gera o acúmulo de pus e dá origem à peritonite (inflamação do tecido que reveste a parede interna do abdome);
  • Fístulas: são perfurações no intestino delgado ou cólon;
  • Coledocolitíase: cálculo no duto que transporta a bile (duto biliar);
  • Colangite e papilites: inflamação das vias biliares;
  • Pancreatite: inflamação no pâncreas.
  • Vômitos (acompanhados de dor abdominal).

A cólica provocada pela presença do cálculo no duto persiste enquanto a pedra estiver lá. Em alguns casos, a pedra volta para a vesícula ou é empurrada para o intestino. Quando isso ocorre, a crise dolorosa diminui. Se isso não ocorrer, a dor persistirá até a remoção cirúrgica da vesícula.

 

 

 

Arquivado em: Saúde Marcados com as tags: bile, cirurgiãodoaparelhodigestivo, colecistectomia, diagnosticoprecoce, hospitalgastroclinica, MiltonOgawa, pedranavesicula, prevenção, retiradadavesicula, saúde, vesicula, videolaparoscopia

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

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