• Skip to main content
  • Skip to secondary menu
  • Pular para sidebar primária
  • Pular Rodapé
  • Capa
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Quem são elas
Ideia Delas

Ideia Delas

Cláudia Costa e Elisiê Peixoto

Facebook Instagram Youtube
  • Acontece
  • Cá pra nós
  • Amigos Bichos
  • Beleza
  • Mistura Fina
  • Entrevistas
  • Gastronomia
  • Saúde
  • Variedades
    • Passaporte
    • Vale a pena
  • Comportamento
  • Depoimentos
  • Inclusão respeito & empatia
  • Lançamentos
  • Celebridades
  • Decoração
  • Passe VIP
  • História da Nossa Gente Londrina 90 anos

A artrose não tem cura, mas tem tratamento!

19 de abril de 2018 por Claudia Costa 4 Comentários

 

Por Claudia Costa

O corpo humano é uma “máquina” perfeita, composto por células, moléculas, tecidos, órgãos, sistemas… É uma bela engrenagem que pode sofrer alterações provocadas por doenças e ou problemas que afetem o seu funcionamento.

A artrose, também conhecida como osteoartrite ou osteartrose, é uma doença que se caracteriza pelo desgaste das articulações. É importante entender que o local onde os ossos se encontram é coberto por cartilagem (material borrachoso e lubrificado), que favorece que os ossos deslizem um sobre o outro, provocando o mínimo de atrito. O desgaste desta cartilagem provoca o aumento da fricção entre os ossos e leva à inflamação local (artrite), gerando dor e incapacidade funcional. Segundo dados do Ministério da Saúde de 2016, um em cada 13 brasileiros tem o problema.

A artrose conhecida como primária, mais comum em idosos, ocorre principalmente devido ao uso excessivo da articulação e também pelo envelhecimento natural do indivíduo e de suas cartilagens. Já a artrose secundária, presente em crianças, jovens, adultos e idosos, é uma consequência de doenças ou condições que a pessoa tenha. Entre elas, estão traumas articulares, obesidade, diabetes, distúrbios hormonais e gota – um tipo de inflamação na articulação em decorrência de acúmulo de ácido úrico no sangue.

Segundo o médico ortopedista Herculano Braga Filho, que atua na área há 40 anos, existem alguns tipos de artrose que ele classifica como sendo doenças e outros como problemas mecânicos. “Tem a artrose doença, que entra no ramo das artroses reumáticas, e a artrose mecânica, que acontece por uso excessivo e degeneração etária”, explica o cirurgião. Ele salienta que a cartilagem é nutrida por um líquido que existe na circulação. “É como uma catedral que não admite profanação. Se houver algum risco, acontece a artrose secundária, mais comum nos esportistas e nos fraturados.”

 

A artrose primária no quadril ocorre em 48% dos casos e é aquela em que, geralmente, não se sabe a causa do desgaste da articulação. Estudos identificaram alguns fatores como a predisposição genética, o estilo de vida (com atividades repetitivas e de impacto sobre as articulações), a grande mobilidade da articulação do quadril e desequilíbrios musculares.

A secundária é responsável por 52% dos casos de desgaste da articulação do quadril e a principal causa é a degeneração provocada por defeitos congênitos ou adquiridos. Dentre as causas mais comuns estão as doenças da infância, como a displasia do desenvolvimento do quadril e a síndrome de Legg-Calvé-Perthes/doença de Perthes, caracterizada pela degeneração da cabeça do fêmur por falta de irrigação sanguínea.

Sintomas, diagnóstico e tratamentos

Os principais sintomas da artrose são: dor na região (quadril, joelho, ombro, por exemplo), rigidez muscular, estalidos na articulação, dificuldade para realizar atividades diárias simples como ficar em pé por muito tempo, sentar-se em cadeiras ou sofás baixos, caminhar, sair de carros, cruzar as pernas, deformidade articular, e sentir dor mesmo estando parado.

O médico ortopedista salienta que a artrose também contribui para o agravamento de casos de depressão. “Ela provoca a deformação da área afetada e o paciente acaba deixando de realizar atividades e de ter uma vida social por sentir dor. Muitas vezes este paciente nem comenta com a família, mas acaba deixando de lado sua vida social e eventos familiares”, salienta Herculano Braga Filho.

O diagnóstico da artrose é realizado por meio de avaliação clínica e exames de imagem, como raio X e ressonância magnética, para verificar a amplitude da doença. Os casos de artrose moderados são tratados com medicamentos, mas, segundo o ortopedista, provavelmente esse paciente irá passar por um procedimento cirúrgico para a implantação de uma prótese. “Se dá para o paciente ter uma qualidade de vida razoável com o tratamento clínico, esta é a primeira opção. É fundamental o controle do peso, pois a obesidade agrava os casos de artrose no joelho. A cirurgia para a indicação de uma prótese é indicada nos casos em que o paciente já não está tendo uma boa qualidade de vida”, salienta o cirurgião Herculano Braga Filho.

 

É fundamental o controle do peso, pois a obesidade agrava os casos de artrose no joelho.. Foto: Pixabay

USP testa nova técnica

Recentemente, o Instituto de Ortopedia da Universidade de São Paulo (USP) vem testando uma nova técnica para tratar a artrose de joelho. A subcondroplastia, uma técnica que reconstrói o osso que está abaixo da cartilagem do joelho, é indicada apenas para artroses leves e medianas.

A técnica, criada nos Estados Unidos, está sendo aplicada em pacientes do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas (HC) que sofrem com artrose moderada. O procedimento é minimamente invasivo e reconstrói o osso subcondral (que fica abaixo da cartilagem) quando há perda do volume da cartilagem que envolve toda a estrutura do joelho. O procedimento consiste no preenchimento das áreas lesionadas com material sintético pastoso à base de fosfato de cálcio. A técnica, que vem sendo aplicada por meio de protocolo de pesquisa no HC da Faculdade de Medicina da USP em 30 pacientes entre 40 e 75 anos, tem se destacado na área médica de ortopedia por seus resultados surpreendentes.

Governo libera o uso do FGTS para compra de próteses

O governo Temer assinou, no último dia 16 de abril, o decreto que autoriza o trabalhador com deficiência a usar o seu Fundo de Garantia para a compra de órteses e próteses. Para poder usar o dinheiro, o trabalhador precisará de prescrição médica, bem como apresentar atestado de diagnóstico e laudo médico detalhado.

De acordo com o decreto, será considerado trabalhador com deficiência aquele que tenha impedimento de natureza física ou sensorial que produza efeitos pelo prazo mínimo de dois anos e possa impedir sua participação plena e efetiva na sociedade em condições de igualdade com as demais pessoas. O uso do FGTS deve respeitar o valor limite movimentado por operação e o intervalo mínimo de dois anos entre movimentações realizadas em decorrência da aquisição.

Para comprovar a deficiência, o trabalhador deve apresentar um laudo médico atestando essa condição, a espécie e o grau ou o nível da deficiência, além de prescrição médica que indique a necessidade de órtese ou prótese. Os documentos devem ser emitidos por médico devidamente identificado por registro profissional.

 

Fontes:

  • https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/cuidados-artrose-atividade-fisica-perda-peso.aspx
  • http://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/instituto-de-ortopedia-da-usp-testa-nova-tecnica-para-tratar-artrose-do-joelho/
  • https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/04/temer-assina-decreto-que-libera-uso-de-fgts-para-compra-de-proteses.shtml
  • http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-04/decreto-autoriza-uso-do-fgts-para-compra-de-ortese-e-protese

Arquivado em: Saúde

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

Reader Interactions

Comentários

  1. Carla Pietraroia diz

    19 de abril de 2018 em 13:37

    Sofro de artrose no grau máximo nos dois joelhos, faço infiltrações a cada seis meses por 3 semanas seguidas. E doí e muito. Infelizmente é um mal sem cura e cujo tratamento é relativo. A doença limita efetivamente a vida da pessoa. Muito interessante e realista a reportagem.

    Responder
  2. Jane diz

    22 de abril de 2018 em 10:56

    Matéria esclarecedora . Importante tomarmos consciência das causas das quais temos condições de previnir .

    Responder
  3. Noeli Menezes diz

    1 de maio de 2018 em 03:07

    Parabéns, pela informação, as pessoas precisam de tipo de esclarecimento.

    Responder
    • Claudia Costa diz

      1 de maio de 2018 em 11:47

      Obrigado pelo apoio e incentivo Noeli. abraços!!!

      Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sidebar primária

Buscar no site

Roberta Peixoto

Artigos Recentes

Hospital Evangélico de Londrina realiza simpósio de cirurgia robótica com transmissão ao vivo de cirurgia

7 de outubro de 2026 por Claudia Costa

Festival Dia das Crianças no Museu da Língua Portuguesa no dia 10 de outubro

7 de outubro de 2026 por Claudia Costa

Musical infantojuvenil “A Menina Que Inundou o Mundo” estreia dia 10 em São Paulo no Teatro Sérgio Cardoso

6 de outubro de 2026 por Claudia Costa

Footer

O Ideia Delas é um espaço virtual de compartilhamento de informações, notícias, crônicas, assuntos diversos. Possui conteúdo voltado para um público masculino e feminino, acima de 35 anos, com temas que despertam interesse de forma estratégica e pontual.
Portal Ideia Delas

Portal Ideia Delas · Cláudia Costa & Elisiê Peixoto · Desenvolvido por Droopi Agência Digital · Login