Alessa Baggio é artista visual graduada em Artes Plásticas com especialização em discurso fotográfico pela Universidade Estadual de Londrina. Foi professora de artes visuais e produção fotográfica em universidades do norte do Paraná. De 2001 a 2003 trabalhou em Milão, Itália l, numa das mais conceituadas agências de moda, a Cucco. Quando retornou ao Brasil, seguiu sua carreira como fotógrafa de moda por 15 anos. A pintura sempre fez parte do seu universo, um hobby que a acompanhava por todos esses anos. Em 2018 resolveu dedicar-se apenas à pintura, levando para seu trabalho e pesquisa, forte influência da sua experiência como fotógrafa de moda. Sua linguagem parte do figurativo e seu estilo e poética são percebidos em sua obra pela gestualidade, movimento, expressão, e dos intensos olhares de seus personagens que dialogam entre poder, elegância e leveza, força, amor e liberdade.
“O lirismo de sua estética se baseia, em grande parte, na poética que estabelece nos olhares.” Oscar D’ambrosio, crítico de arte.
Para Alessa, “uma tela em branco é um espelho sem imagem. “Só finalizo quando olha para ela e me enxergo nela. Em cada pincelada, em cada movimento, vou colocando pequenos fragmentos da minha história, das minhas vivências, da minha personalidade, da minha alma. A arte é tudo que toca, que provoca, que inspira, que emociona, que transcende. Ela precisa ser experimentada, vivida. E quando existe a conexão entre o artista, a obra e o espectador, ela se completa.” Seu método é fluído com pinceladas soltas e cores vibrantes na técnica de pintura acrílica sobre tela.
A figura de Frida Kahlo, pintora mexicana, foi o elemento central dessa reflexão em 2021e 2022. Em 2023 a exposição adquire novas perspectivas, um encontro entre dois ícones mundiais, Frida Kahlo e Uma das figuras mais influentes na cultura popular, conhecida como a Rainha do POP. A frase ” A tua idade não te define” é o claim dessa edição.
A exposição IMPERFEITA surgiu em 2021 em Lisboa, no Coletivo 284, com a curadoria de Adriana Scartaris. Com seu terceiro ano consecutivo A abertura da exposição foi no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. O projeto vislumbra exaltar através de diversas linguagens artísticas , personagens femininas que construíram admiráveis e inspiradoras trajetórias de vida que serviram e ainda servem até hoje com a força de suas ideias e ideais.
A exposição Imperfeita valoriza as imperfeições de todas as mulheres como potências e características que as tornam únicas para além de ampliar a reflexão sobre o que é ser mulher.
A exposição desse ano reúne 90 obras de quase 30 artistas de diferentes nacionalidades, entre os quais destacam -se os portugueses Daniela Guerreiro e Rui Carruço, os italianos Fiumani e Tony Cassanely e as brasileiras Alessa Baggio e Fernanda Victorello.





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