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Casos de dengue aumentam em todo Paraná

29 de abril de 2022 por Claudia Costa Deixe um comentário

Após elevação de 30% em uma semana, especialista fala sobre a importância da atuação coletiva para combater os criadouros do mosquito. A situação colocou as autoridades em alerta e o Governo do Estado do Paraná já decretou epidemia da doença. A estratégia agora é reforçar a prevenção, que só pode ser feita com o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

 

O Paraná registrou 6.849 novos casos confirmados de dengue em apenas uma semana; um aumento de quase 30%. Os dados publicados no boletim semanal da Secretaria da Saúde (Sesa), divulgado no dia 26 de abril, mostram a dimensão do problema: 94.344 casos notificados [14.340 a mais em comparação à semana anterior], 30.010 confirmados, sendo 584 graves e 5 óbitos no Estado, nas cidades de Nova Esperança, Arapongas, Tapira, Matelândia e Medianeira.

A biomédica Daiane Pereira Camacho diz que a eliminação dos criadouros do mosquito exige esforço coletivo, associado à estruturação de políticas públicas efetivas para o saneamento básico e o uso de inseticidas.

 

De acordo com a Sesa, mais de 90% dos municípios paranaenses fizeram notificações e em 300 cidades há casos confirmados. A situação colocou as autoridades em alerta e o Governo do Estado já decretou epidemia da doença. A estratégia agora é reforçar a prevenção, que só pode ser feita com o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Para que o Estado consiga controlar a situação, é preciso contar com a participação da comunidade. A biomédica Daiane Pereira Camacho diz que a eliminação dos criadouros do mosquito exige esforço coletivo, associado à estruturação de políticas públicas efetivas para o saneamento básico e o uso de inseticidas.

“Enquanto as pessoas não aprenderem a dar a destinação correta aos resíduos, continuaremos a ter epidemias de dengue. É preciso que todos mantenham seus quintais e suas casas livres de resíduos que possam acumular água e favorecer a proliferação do mosquito”, explica a especialista, que também é vice-presidente do Conselho Regional de Biomedicina do Paraná 6ª Região (CRBM6) e diretora da Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde de Maringá.

Casos de dengue aumentam em todo Paraná. Mais de 300 cidades paranaenses confirmaram casos de dengue; Governo do Paraná decretou epidemia da doença

Fiscalização e educação

Vasos de plantas, pneus, piscinas sem uso e sem manutenção, potes plásticos e até mesmo recipientes pequenos – como tampas de garrafa – deixados expostos à chuva podem manter a água parada e servir de criadouro ideal para o inseto. Em Maringá, a Prefeitura iniciou uma campanha de orientação e conscientização da população. No dia 16 de abril foi realizado um mutirão de conscientização nos bairros.

O resultado? “Foram coletados 37 toneladas de potenciais criadouros do mosquito após uma vistoria em mais de 6 mil imóveis”, conta Daiane. O município também retomou o uso do fumacê [fumaça com baixas doses de um agrotóxico que elimina boa parte dos mosquitos adultos presentes na região].

A biomédica representante do CRBM6 explica que, além das ações de fiscalização e educação da comunidade, os governos precisam garantir recursos humanos e insumos para a estruturação do Programa Municipal de Controle da Dengue.

“É importante que os municípios tenham instrumentos legais para notificar proprietários negligentes, para articular toda a gestão em ações de manejo ambiental e para realizar atividades de educação sobre a doença em conjunto com as escolas e entidades da sociedade civil”, avalia.

Outras doenças graves

O mosquito Aedes aegypti não é responsável apenas pela transmissão da dengue. O inseto pode causar outras doenças graves como a zika vírus e o chikungunya. Os sintomas são parecidos – como febre e dores musculares – mas as doenças têm gravidades diferentes, sendo a dengue a mais perigosa, já que, em sua versão hemorrágica, pode levar à morte.

Segundo o boletim divulgado pelo Estado do Paraná, são 13 casos confirmados de chikungunya e, até o momento, nenhum de zika.

“Não tivemos casos confirmados de zika vírus no Paraná neste ano epidemiológico, mas vale ressaltar que as medidas de prevenção são as mesmas adotadas para o controle da dengue, pois são doenças transmitidas pelo mesmo vetor. É importante que os médicos e enfermeiros se atentem para os sintomas e tenham atenção especial com as gestantes, tendo em vista que já tivemos um surto de microcefalia registrado em Pernambuco em 2015”, lembra a biomédica Daiane.

Transmissão “em casa”

O levantamento da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) revela que 26.074 dos casos confirmados de dengue no Paraná são autóctones – quando a doença é contraída no município de residência dos pacientes. “É fundamental, neste momento de epidemia, que todos atuem em conjunto. Além de eliminar os recipientes com água parada, é importante o uso de repelentes pela população”, orienta Daiane.

Em caso de sintomas como febre associada a náuseas, vômitos, vermelhidão na pele, dor muscular, dor na região atrás dos olhos ou dor nas articulações, a especialista recomenda que as pessoas busquem uma Unidade Básica de Saúde. “A população precisa se conscientizar e fazer sua parte, pois a dengue mata.”

Saiba mais sobre a dengue

A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus e transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O inseto se multiplica em locais com água parada, recipientes e entulhos deixados nos quintais ou até mesmo dentro de casa. Existem quatro tipos diferentes do vírus: sorotipos 1, 2, 3 e 4.

A dengue pode se assemelhar a uma gripe forte e, em casos graves, leva a óbito. A recomendação é ficar atento aos sintomas e procurar orientação médica. O diagnóstico é feito com sorologia para determinar a presença de anticorpos contra o vírus.

Não há remédio para a dengue e os medicamentos só devem ser usados sob prescrição médica. O tratamento é baseado no alívio dos sintomas e na hidratação oral em abundância (água, soro caseiro, água de coco).

Fotos: Divulgação

Relacionamento com a imprensa | Conselho Regional de Biomedicina do Paraná – 6ª Região – www.crbm6.gov.br

 

 

 

 

 

 

 

Arquivado em: Saúde Marcados com as tags: #conscientização, Aedesaegypti, aguaparada, c, casos graves, chikungunya, contaminação, criadourosdomosquito, Dengue, deonça, doença, epidemia, limpeza, lixo, Paraná, prevenção, repelente, zikavírus

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

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