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Coreia do Sul por Juliana Piazzalunga

18 de agosto de 2020 por Elisiê Peixoto 4 Comentários

Juliana Piazzalunga e a sua rica experiência na Coreia do Sul

 

A londrinense Juliana Piazzalunga esteve na Coreia do Sul e voltou encantada com o lugar, a tradição, o costume, os hábitos, o povo e a comida. O Ideia Delas pediu à jovem que contasse a sua trajetória e revelasse dicas importantes para os turistas de plantão. A capital é Seul, tem uma população de 48,4 milhões de habitantes. Localizada na Ásia, a Coreia do Sul tem muitas atrações, desponta mundialmente com suas marcas de carros e eletrônicos e já há algum tempo vem se tornando um destino a ser desvendado por pessoas de várias partes do mundo. Mas quem poderá contar melhor sobre esse lugar exótico e cheio de curiosidades é a própria Juliana. Vamos acompanhá-la?

 

“É muito comum casais fazerem sessões de fotos pré-casamento nos Palácios, e é claro que para completar, eles utilizam roupas tradicionais”, conta Juliana.

 

“Foi enquanto eu planejava as minhas férias que decidi, em 2017, morar na Coreia do Sul. Senti que aquele momento seria meu, que eu deveria tomar esta decisão com cara e coragem. O que eu não sabia é que eu acabaria por me apaixonar por aquele lugar. É muito comum as pessoas se espantarem com a minha escolha. Mas o que me assusta é que, considerando os laços diplomáticos entre Brasil e Coreia do Sul, as inúmeras famílias coreanas que moram em São Paulo e Curitiba, e os diversos cursos de língua portuguesa nas universidades coreanas que trazem estudantes de intercâmbio anualmente ao Brasil, ainda assim os brasileiros não são familiarizados com a cultura coreana e nem imaginam que a Coreia é um dos destinos mais fascinantes.”

Juliana conta as inúmeras vantagens e curiosidades que são descobertas na Coreia do Sul. “Os palácios que guardam tantas tradições e história ao lado de modernos arranha-céus, a internet mais rápida do mundo acessível a todos, as melhores marcas de maquiagens e tratamento de pele a preços baixos, lojas de conveniência abertas 24/7 em cada esquina, restaurantes com churrasqueiras ao centro da mesa para que o cliente possa grelhar a carne na hora (o famoso churrasco coreano), cartões de transporte que podem ser utilizados para pagar até cinema, carros caríssimos deixados por seus donos com a chave na ignição simplesmente porque eles sabem que ninguém vai roubar, e, é claro, muito café gelado.”

COSTUMES

“Quando penso na Coreia, confesso que é difícil dizer o que mais gosto de lá, mas acho que posso dizer que ser surpreendida pelo carinho que recebi. Fiz amizades que tenho certeza que durarão para sempre. Talvez seja porque, na faculdade onde estudei coreano, eu tenha me inscrito em um grupo para integração de coreanos e estudantes internacionais, não sei. Sei apenas que coreanos não costumam convidar estrangeiros para visitar suas casas facilmente, porém fui convidada a conhecer os pais de muitas amigas minhas, e fui apresentada a muitos amigos de amigos. No final das contas, eu não conheci nenhum estrangeiro enquanto estava lá. A única coisa que, eu acredito, pode espantar viajantes de primeira viagem à Coreia é o empurra-empurra e nada de desculpas. Os coreanos são tão acostumados a uma vida rápida que ao esbarrar em alguém eles não pedem desculpas, pois acreditam: ‘oras, ele estava apenas com pressa’. E, como se não bastasse, eles simplesmente empurram mesmo, sem qualquer cerimônia. Gente lerda lá não tem vez”, comenta Juliana.

COMER, COMER…

Lembranças das amigas coreanas. Restaurantes com churrasqueiras e exaustores nas mesas, boa conversa e comida saborosa.

As pessoas têm muita curiosidade sobre a comida coreana e sempre foi o item mais questionado à londrinense, que explica: “Bom, na verdade, a culinária coreana é bem vegetariana, por conta do histórico de guerra e fome do país. Aliás, eu mesma aprendi isso durante uma experiência do Airbnb, e acabei por me tornar amiga da guia, a querida Joy (este é o nome ‘inglês’ dela, isso é bem típico na Coreia, uma vez que estrangeiros podem ter dificuldade em pronunciar os nomes corretos). Enfim, ela me explicou sobre os vegetais e a importância deles na história da culinária coreana, e que a carne de porco (bem comum nos restaurantes) foi introduzida mais tarde no cardápio. Vale dizer que a carne na Coreia é muito cara, especialmente no mercado, por isso os coreanos vão muito a restaurantes, é bem mais barato”, revela.

 

Espetinho de carneiro com mecanismo que faz eles rodarem

 

Delicioso ensopado!

 

Street Food, uma profusão de cores, temperos e sabores.

Outra opção barata são as comidas de rua. Ela experimentou e aprovou. “Os coreanos possuem certas comidas que são vendidas apenas em barraquinhas de rua e são uma delícia. Especialmente pós-balada. Ah!, e não vamos esquecer o que os brasileiros mais sentem falta quando saem do Brasil: o pão. Na Coreia há muitos pães doces, mas pães salgados sem recheio algum são difíceis de encontrar. E foi em um caso de busca por pão que eu encontrei a melhor padaria de Seul, a Onion. Próxima à estação de Seongsu, em um antigo prédio de estilo industrial, a Onion oferece uma grande diversidade de pães doces e salgados. Agora, anota aí o aviso, se você acha que consegue comer bem pimenta, é porque nunca provou a pimenta da Coreia. Apesar do meu prato favorito ser Tteokbokki (massa de arroz com molho de pimenta) devo confessar que alguns restaurantes me deixam tonta de tanta pimenta.”

AMOR POR CAFÉ

 

C.Through é famoso pelas criações fofas feitas com café, chá mate e leite

“Uma coisa amada pelos coreanos é o café americano, ou o que consideramos um expresso aguado. Por isso, muita gente que vai para a Coreia não costuma falar bem do café de lá, mas a verdade é que os melhores cafés da América do Sul vão para lá. Basta saber quais os melhores lugares provar desses cafés. Os meus favoritos para tomar esses tipos de cafés mais encorpados são o Heroes Roasters, próximo à Universidade HUFS, e o Bella Praha, próximo à Universidade Ewha (primeira universidade apenas para mulheres na Coreia). Mas, mais do que o café, o que atrai os coreanos para os lugares é a qualidade ‘instagramática’ da decoração. Se for possível fazer fotos lindas, então o lugar é um sucesso. Na minha opinião, em Seul, os melhores para isso são o C. Through (Itaewon), Akaiview (Itaewon) e Hanyakbang (Euljiro-3 (sam)-ga)”, completa.

ARTE EM OUTRO NÍVEL

D Project Space em Gangnam, Janeiro 2018.

“Não basta exibir arte, para os coreanos tudo deve ter uma segunda função. Cheonggyecheon (Seul), por exemplo, costumava ser uma região perigosa e suja. A prefeitura fez um projeto para limpar o riacho que ali passa e realizar instalações de arte nas águas. O resultado? Os comerciantes tiveram seus negócios impulsionados pela população e pelos turistas que voltaram a frequentar o local. Eu estive lá durante o Natal e, mesmo com o frio de 13 graus negativos, o espaço estava cheio de gente”, diz ela.

D PROJECT SPACE E BUNKER DE LUMIÈRES

Continuamos a viagem com Juliana que cita outro lugar incrível. “Em Seul (morei lá, então minhas aventuras se concentram lá), é o D Project Space. Criado em 2012, o espaço foi desenvolvido para exposições experimentais e é parte de um complexo de galerias de arte espalhadas por Seul. No centro do salão em Gangnam há um café que oferece inclusive bebidas alcoólicas, e ao redor dele são expostas peças de arte. Quando fui, quadros de Rala Choi estavam em exposição. Famoso por fotografar e pintar pessoas de costas, o artista também foi o responsável pelas imagens de capa de álbuns de cantores coreanos. Preciso mencionar também que a playlist tocada no D Project Space é maravilhosa.”

“Já em Jeju, ilha que mencionarei depois, existe o Bunker de Lumières. Basicamente, imagine entrar em uma exposição de arte e ser sugado pelas obras. É mais ou menos isso que ocorre nas exposições do Bunker. É como se todas as obras de um artista consumissem os visitantes e levassem cada um deles em uma jornada pelas fases do artista, em uma história guiada toda por uma trilha sonora hipnotizante. Com ajuda de projetores e colunas de espelho, as obras tomam o chão, as paredes, as roupas e a pele dos visitantes. Realmente maravilhoso. Quando estive lá, vi as obras de Gustav Klimt”, finaliza.

MEU AMOR: SEUL

Os jovens costumam se reunir ao ar livre em uma das áreas mais requisitadas!

“Não é fácil pegar transporte na hora do rush em uma das cidades mais populosas do mundo, só de imaginar que em horário normal você pode demorar mais de uma hora para chegar de um lado a outro da cidade utilizando metrô. Mesmo assim, eu amo Seul. Andar nas margens do rio com a bicicleta disponível para uso público, observar as famílias que cuidam de hortas comunitárias, descobrir novos lugares e sabores, ir ao Olympic Park para um piquenique no domingo, ver as exposições ao ar livre em Cheonggyecheon, aproveitar as flores que enchem a cidade de cor na primavera, tudo parece sempre ter um toque extra em Seul”, relembra.

 

Juliana ganha o registo de uma amiga coreana. Eternizado no instagran. Boas amizades a londrinense fez na Coreia do Sul.

E por falar em flores, após morar lá por seis meses, Juliana retornou neste ano para visitar alguns amigos e deparou-se com o festival de rosas. “Enormes e em diferentes tons, elas florescem em maio e dominam os jardins próximos à região de Taereung. É realmente injusto que apenas as flores de cerejeira sejam adoradas.”

Mas em 2017, antes de a turista viajar, buscou informações em guias de viagens que ela relata: compras em Gangnam e Myeongdong, restaurantes e bares em Itaewon e Hongdae. A verdade é que as melhores compras podem ser feitas nas estações de metrô, onde há lojas em que você pode barganhar, as lojas das estações Express Bus Terminal e Dongdaemun History and Culture Park são as minhas prediletas (não me leve a mal, adoro comprar em Apgujeong/Gangnam, mas é tudo mais caro lá); também gosto de Itaewon e Hongdae, mas uma delas, apesar de ter as melhores baladas LGBT com performances maravilhosas de Drag Queens, é cheia de estrangeiros e a outra é repleta de estudantes universitários, por isso gosto de ir aos restaurantes e bares escondidos nas ruelas de Jongno-5(o)-ga, Hyehwa e Mangwon – este último, aliás, é um novo ‘hot place’ de Seul onde até mesmo as novas cervejarias da Coreia estão apostando suas fichas para lançarem seus produtos.

 

Juliana no Palácio Gyeongbokgung

 

Já para quem curte visitar pontos turísticos, saiba que é possível visitar os palácios de graça se você estiver vestindo um Hanbok (roupa tradicional), basta alugar um pelo equivalente a 30 reais. Tudo bem que a entrada nos palácios não é mais do que 10 reais, mas ter uma foto vestindo Hanbok é charmoso demais.

COM VISTA PARA O MAR

No restaurante Jayeonbabsang

 

Na Coréia é permitido por lei entrar no mar apenas entre julho e setembro.

A segunda maior cidade da Coreia é Busan. A cidade praiana com pontes maravilhosas é famosa pelo bairro de Gamtcheon-maeur, onde as casinhas são coloridas (mais uma tática para deixar o local mais seguro). “Mas, o melhor de Busan são o Lotte Mall e os restaurantes beira-mar, como Clam (Camino de Santiago – o dono trouxe a culinária da Espanha para Busan) e Jayeonbabsang (restaurante de comida coreana típica, onde pela primeira vez comi geleia de aloe-vera). O interessante é que, como Busan fica na direção do Japão, muita gente pega um barco que vai direto a Osaka e passa o dia fazendo compras lá”, informa a viajante. “Agora, para conhecer o mar da Coreia, visitar a ilha de Jeju é necessário. Com as águas azuis transparentes, Jeju é linda, mas pode também ser traiçoeira com seus ventos. Inclusive, existem três coisas pelas quais Jeju é conhecida: pedras, vento e mulheres – uma vez que os homens trabalhavam no mar e a mudança repentina do tempo causa ondas capazes de fazer o mar ficar extremo, causando mortes. Mesmo assim, colocar os pés nos mar, provar mariscos e carne de uma espécie de porco existente apenas na ilha são uma experiência única. Por falar em único, algumas das bebidas do cardápio do Starbucks de Jeju existem apenas lá!”

BOM SABER ANTES DE EMBARCAR

 

Juliana dá a dica: “prove os morangos e as framboesas, são melhores que no Brasil. Além de maiores, são bem docinhos.”

“Entenda: apenas pessoas que trabalham com turismo (donos de Airbnb, atendentes de hotéis, guias turísticos) e estudantes universitários falam inglês. Então, evite pegar táxi ou utilizar aplicativos de táxi (Kakao Taxi). Uber não existe lá. O melhor mesmo é comprar um T Money Card em uma loja de conveniência e carregá-lo, quando necessário, nas máquinas de tickets nas estações de metrô. Esse cartão pode ser utilizado em transportes públicos, táxis, lojas de conveniência e cinemas como se fosse um cartão de débito. E se você puder alugar um Airbnb com ‘egg’ (WiFi portátil) é melhor, pois adquirir um chip temporário pode ser complicado para quem não fala um pouco de coreano.”

Juliana revela que adora provar novos sabores, por isso anote as dicas para agir como um nativo: 1) os bancos dos restaurantes de churrasco coreano possuem duas funções, sentar e guardar casacos e bolsas para que o cheiro não fique na roupa, é preciso apenas levantar o assento. Mas se for uma cadeira onde você vai sentar, ela só é uma cadeira mesmo; 2) se os talheres não estiverem em uma caixinha em cima da mesa, eles devem estar em uma gaveta na lateral da mesa, puxe e pegue seus talheres e guardanapos; 3) as tesouras servem para cortar tudo, legumes e carne. Sério, são melhores que quaisquer facas; 4) a água é de graça, se a garrafa não estiver na mesa, basta pedir, ou se servir em um bebedouro próximo à mesa. Ah!, prove os morangos e as framboesas, são melhores que no Brasil. Além de maiores, são bem docinhos.”

A dica para os cervejeiros de plantão é esta: “Aviso que se provar cervejas coreanas em bares e restaurantes, misture-as com a típica cachaça coreana, o Soju. Afinal, as cervejas ‘de mercado’ são bem ruins e fracas. Já cervejas coreanas boas estão sendo produzidas, e aprovadas, apenas pelas gerações mais novas, e podem ser encontradas apenas em alguns bares de Mangwon.”

DESODORANTES NA MALA

Mais uma dica que muita gente não sabe. “Leve desodorante para durar além da viagem! Os coreanos são evoluídos por demais, eles podem até suar, mas não possuem cheiro algum e por isso não usam desodorantes. Esses produtos na verdade foram introduzidos na Coreia por conta dos estrangeiros, então são raros de serem encontrados e caros. E, mudando de assunto, é muito comum ver pessoas com roupas para fazer trilha, a melhor estação para fazer isso é o outono. Então, se você é aventureira, aproveite e experimente fazer uma trilha rumo ao topo de uma das inúmeras montanhas da Coreia. Por fim, o segredo é viajar aberta a novas experiências e não se preocupar, se algo der errado, sempre vai ter alguém disposto a ajudar! Meu instagram também sempre está aberto para quem quiser descobrir mais lugares da Coreia. Todos são bem-vindos para ler minhas dicas por lá”, finaliza.

 

O outono na Coreia do Sul é lindo com suas folhas…

 

Revisão: Jackson Liasch

Fotos: Arquivo Pessoal

Arquivado em: Entrevistas, Passaporte

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

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Comentários

  1. Solange Fátima Bueno Paoliello diz

    15 de julho de 2019 em 11:37

    Que maravilhoso é uma experiência incrível. A mãe Lúcia Piazzalunga é quem fica com o coração na mãe.

    Responder
  2. Grace Arrabal diz

    15 de julho de 2019 em 11:42

    Que interessante,sempre ouvi falar da Coreia com um lugar maravilhoso mas nunca com tanto amor;da vontade de fazer a mala e ir visitar essa paraiso!!
    Adorei a materia!!!!

    Responder
  3. Sandra Piazzalunga diz

    16 de julho de 2019 em 01:05

    Apaixonada pela “sua” Coréia Ju!!! Modernidade, beleza natural, exótica,cultura,tecnologia de ponta , alegria …nossa que país incrível!! Vc me transportou p lá com a sua matéria!!!😊Excelente; parabéns!!!👏👏👏🥰🥰

    Responder
  4. Icléa Reys De Ortiz diz

    5 de dezembro de 2020 em 01:50

    Juliana, adorei!!!!! Realmente você fala com tanta paixão que a vontade é de ir visitar. Lugares e vegetação muito linda – sua foto de roupa típica e aquela árvore está ótima!!! É como se fosse um pouco sua Terra também, não? Beijos

    Responder

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