


Maria Beatriz Mardegan, 48 anos, tabeliã e registradora, tem como hobby preferido viajar, conhecer lugares diferentes, sempre que possível as malas já estão prontas. Infelizmente, com a pandemia, alguns roteiros precisaram ser adiados, mas não cancelados. Agora, já vacinada, buscando manter todas as regras da OMS- Organização Mundial da Saúde, e com a possibilidade de voltar a viajar, não pensou duas vezes. Ela e o namorado Ivan Bonomi escolheram Dubai, conhecida como a capital do turismo entre os sete emirados que formam os Emirados Árabes Unidos, também a mais populosa, com mais de 2 milhões de habitantes. “Queria muito matar um pouco a saudade da sensação de conhecer um povo com tradição e cultura diferente, de arejar a cabeça, de buscar um novo horizonte para desestressar da pandemia que tem sido muito difícil para todos. Quando foi possível viajar, não pensamos duas vezes e decolamos para um lugar que ainda não conhecíamos”, conta Bia, como é chamada carinhosamente. Vamos acompanhar um pouco da sua aventura no Portal Ideia Delas?
Elisiê Peixoto



Dubai: organizada, limpa, segura…e quente!
“Gostei bastante. Adoro viajar, conhecer outras culturas, lugares, histórias e paisagens. Achei Dubai muito organizada, segura, limpa, preparada para o turismo, porém, quente demais. Muito interessante a maneira que se modernizaram, respeitando suas tradições, com construções futuristas e que representam suas riquezas, vindas do petróleo, um turismo de luxo que enche os olhos, um espetáculo! Passeamos pelos bairros históricos de Al Fahidi e Deira, com seus mercados (souks) de especiarias, tecidos e ouro e pela DUBAI moderna, como Downtown, Marina e Jumeirah Beach. A primeira visão da cidade com seus tons de bege e a ausência de outras matizes é chocante, mas depois você se acostuma com a paisagem. As grandes construções são de encher os olhos. O modernismo e a criatividade transparecem em cada grande obra de engenharia civil”, comenta Bia.


Passeios e gastronomia
Impressionada com os altos investimentos imobiliários, ressalta que achou muito interessante a maneira como Dubai. “Como, por exemplo, o Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo e o hotel Burj Al Arab, o único hotel 7 estrelas do mundo), preservando sua história e suas tradições, têm muitas atrações na cidade, muito lugar para conhecer”. Sobre a gastronomia, diz que não é fã da comida árabe e o único contato com a culinária local foi em um jantar típico no deserto. “Comer em Dubai é muito caro. Uma cerveja custa em média R$75,00 e um hambúrguer R$120,00. Então comíamos muito em redes internacionais de restaurantes, como o Cheesecake Factory e o Vapiano. E claro, visitamos muitos lugares inesquecíveis: Frame, os Souks (mercados) da parte histórica de Dubai, o Lehbab Deserto, o Burj Khalifa e os bairros de Marina e Jumeirah. Mas, com certeza, o ponto mais alto da viagem foi a Grande Mesquita do Sheikh Zayed, em Abu Dhabi”.






Um povo receptivo
“Gostei muito do povo, em geral as pessoas são bem receptivas, seguindo os costumes locais, quando te convidam para entrar em suas lojas e seguir o ritual da negociação. Nos mercados e bazares você é abordada a cada minuto, com ofertas de produtos variados. A vestimenta das mulheres, com suas burcas, não tem como passar despercebido, para nós mulheres ocidentais. E é importante ressaltar que os cuidados com a Covid-19 continuam bem severos, de uma forma geral. Ao que parece, a pandemia por lá está bem controlada. Exige-se o teste PCR para entrar e sair de Dubai. Em Abu Dhabi, além do PCR, você não entra em nenhum espaço público (shopping, museum, mercado, mesquita) sem apresentar também o certificado das duas vacinas”. (Fotos Arquivo Pessoal)





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