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Cláudia Costa e Elisiê Peixoto

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Home office: afinal, chegou para ficar?

16 de novembro de 2021 por Elisiê Peixoto 6 Comentários

Foto ilustrativa Pixabay.

A pandemia causou uma reviravolta na vida. Nossos hábitos mudaram, a rotina foi alterada de maneira expressiva. No início, tudo pareceu sair do lugar, mas a medida que o tempo foi passando, fomos nos adequando ao novo estilo de vida, isolados dos amigos, familiares e companheiros de trabalho. Uma das áreas mais comprometidas foi sem dúvida a profissional. Sem sair de casa, muitas pessoas começaram uma jornada de trabalho de forma totalmente inusitada (para alguns) a fim de evitar os riscos de contaminação do coronavírus.  As salas e quartos transformaram-se em escritórios, todos da casa precisaram colaborar, a forma virtual de atuar em tempo integral foi colocada em prática e o termo home office foi o mais falado. E o trabalho presencial foi substituido quase que totalmente pelo trabalho remoto. 

O Ideia Delas conversou com profissionais que relatam como enfrentaram a mudança. Alguns já retornaram presencialmente aos escritórios, consultórios, empresas. Outros estão atuando no formato híbrido, e outros, adaptaram-se muito bem ao home office e pretendem continuar assim. Para alguns foi estressante e nada saudável, para outros, cômodo e tranquilo. Sabemos que mesmo antes da pandemia, o home office já era uma tendência entre pessoas que buscavam mais flexibilidade no trabalho, além de evitar maiores custos. Será que o home office chegou para ficar? Acompanhe o depoimento de profissionais de áreas diferentes!

Por Elisiê Peixoto

 

Andressa Tuttis Marroni pretende continuar trabalhando em home office. Foto de Álvaro Rockenbach.

 

Menos stress e mais liberdade

 Andressa Tuttis Marroni, há quase dois anos está em home office. Não reclama e nem acha ruim porque o novo estilo de trabalho foi rentável e menos estressante. “Antes da pandemia eu trabalhava em uma multinacional de TI, em horário comercial e tinha direito a um dia de home office. Então eu já tinha noção e vivência de como era e já gostava da ideia, pois rendia muito mais o trabalho por não ter que sair de casa, gastar tempo no trânsito, almoçar fora. Tudo isso é gasto! Claro que existe sempre o lado negativo e  também o lado positivo, muitas reuniões eram realizadas online, mas às vezes, uma reunião presencial tinha seu valor e era necessária. De qualquer forma costumo dizer que agradeço as voltas que a vida dá, porque mesmo com a pandemia e  com tudo de ruim que ela trouxe, sinto-me realizada em trabalhar 100% para mim. Antes, mesmo na multinacional, eu trabalhava em paralelo com meus projetos de design & web. Depois da pandemia, tudo relacionado ao negócio “online” cresceu muito! Tenho vários clientes e gerencio as suas redes sociais”, enfatiza a designer.

Andressa tem a facilidade de ir a todos os lugares com seu planner e consegue organizar toda a semana com o gerenciamento de redes sociais. “Todos os dias têm demanda e preciso sempre estar atualizando e monitorando. Eu consigo realizar projetos e conciliar com a vida pessoal. Esse é o lado positivo porque alinho o meu tempo de acordo com as minhas necessidades. Além disso, eu adoro trabalhar à noite e madrugada adentro, então, tenho total liberdade. O home office me rendeu mais financeiramente, posso viajar para qualquer lugar do mundo e levar meu notebook para acompanhar os clientes.  Hoje, sem sombra de dúvida, posso afirmar que pretendo continuar a trabalhar em home office. Estou realizada e feliz”. (Andressa Tuttis Marroni, 39 anos, Designer Gráfico & Web, Gerente de redes sociais).

 

A médica Amanda Ribas continuará com atendimento virtual que ampliou o acesso de pacientes.

Virtual e presencial

A médica Amanda Ribas, 31 anos, residente em Curitiba/PR, conta que durante a pandemia realizou atendimento virtual e também presencial. “O Conselho Federal de Medicina liberou para atendimento médico virtual, e claro, dependendo dos casos, precisávamos dar atendimento presencial. Mas o atendimento virtual certamente ampliou e possibilitou o acesso dos pacientes, principalmente na área mental, emocional, já que a demanda aumentou por conta do isolamento e toda situação gerada pela pandemia. Eu trabalhei muito e como fazia alguns atendimentos presenciais, também, não tive problemas de stress por causa do isolamento. E online tive oportunidade de atender de forma tranquila os pacientes de outros Estados.

“Paralelamente, cuidei da minha saúde como um todo. Para um médico cuidar de seu paciente, tem que estar bem. Respeitei os meus limites e continuei trabalhando. Eu e a minha equipe continuaremos com o modelo híbrido porque deu certo e tem possibilitado dar assistência aos nossos pacientes de forma bastante positiva”, conclui.. (Amanda Ribas, 31 anos, médica)

 

O advogado Lucas Araujo Punder adaptou-se ao novo modelo de trabalho e acredita que o virtual chegou para ficar.

Experiência profissional positiva

O advogado catarinense Lucas Araujo Pünder, 48 anos, relata que, como advogado de empresas, a atuação dos dois escritórios, em Londrina/PR e Florianópolis/SC, foi muito requisitada durante a pandemia. “Eram decretos, novas leis, lock down, dívidas surgindo em empresas, questões trabalhistas, enfim, quase no final da pandemia descobriu-se a advocacia como atividade essencial também. Vejo dois momentos de atuação: um momento de lock down, onde não podíamos sequer adentrar o prédio dos escritórios, foruns e repartições fechados. Foi bem difícil, precisei trabalhar de casa e em um segundo momento, onde pudemos acessar o prédio. E foi preciso criar uma estrutura de atendimento remoto”.

Para o advogado, a experiência profissional foi positiva, porque foi necessário uma nova adaptação e muitas novas estratégias para continuar o trabalho. “Sem dúvida, meu perfil se alinha com o perfil de quem  “vende lenços ao invés de chorar”. Obviamente as restrições também geraram problemas. A advocacia sempre foi muito pessoal, olho no olho, os clientes sempre sentiam que precisavam ir até o advogado, e na pandemia precisaram desenvolver o hábito de serem atendidas remotamente”.

Lucas ressalta que durante toda a pandemia, trabalhando em home office, teve um “mix de sentimentos”. “Estressante porque não sabíamos para onde o mundo iria e quais seriam os resultados da pandemia, estressante porque não é fácil ficar confinado e ter que trabalhar de casa com uma criança e um adolescente também confinados (tenho dois filhos), afinal,o  meu trabalho requer muita atenção. Mas também considerei produtivo porque abriu novos horizontes e oportunidades, ampliando minha possibilidade de atendimento. Como o novo normal é remoto, com audiências remotas, judiciário remoto, conquistei clientes em outros estados do Brasil sem a necessidade da atenção presencial. Além de Londrina, estamos atendendo São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais. Não resta dúvida que crescemos na pandemia. Agora as coisas começaram a voltar ao normal e as empresas voltaram a girar e os conflitos diminuíram”.

Em relação ao novo modelo de trabalho, afirma: “Dia desses fui ao fórum trabalhista fazer uma audiência dita presencial; eu, as partes, as testemunhas. E quando chegamos, no lugar do juiz havia uma uma televisão. No escritório implementamos uma sala tipo estúdio, acústica com telão e som profissionais para audiências e atendimentos remotos. Vamos continuar atendendo remotamente e presencialmente. Acredito que daqui para frente, quem não se organizar no remoto vai ficar para trás com certeza. (Lucas  Araujo Punder,  48 anos, advogado)

 

Guilherme Paolielo Piazzalunga enfrentou uma grande crise no setor de eventos, adaptou-se ao modelo home office e está animado com o retorno das atividades.

Experiència home office  adquirida na Europa

Antes da pandemia, o empresário Guilherme Paolielo Piazzalunga frequentava o escritório de segunda a sexta-feira, além de estar presente nos eventos que acontecem nos finais de semana, sempre atuando na organização. No início da pandemia ele continuou indo ao escritório, seguindo as regras da Organização Mundial da Saúde. “Afinal, durante aquele período, não tinha ideia de quanto tempo iria durar a pandemia.  Mas com o tempo passando e a pandemia crescendo, comecei a trabalhar em casa.  Para Guilherme, que morou na Europa durante cinco anos e trabalhou numa empresa no formato home office, não foi novidade. “Pessoalmente, consigo desenvolver bem o trabalho, acredito que se você tem um ambiente em casa adequado, é totalmente possível. A dificuldade que encontrei, como muitos outros pais, foi quando minhas filhas estavam sem poder ir à escola e eu tinha que lidar com o trabalho, além de dar atenção para elas. Essa parte foi bastante desgastante. Porém, desde que as aulas presenciais voltaram, consigo levar bem a rotina de trabalhar de casa”.

Apesar do tempo difícil e da crise instalada, já que o setor de eventos foi o mais afetado de todos, Guilherme está animado com a volta dos eventos que estão acontecendo gradativamente. “Nós entregamos a casa onde funcionava a empresa, uma vez que já não estávamos indo lá. A casa tinha se tornado basicamente um depósito de nossos materiais, uma vez que os eventos, praticamente, não aconteceram por um longo tempo. Sendo assim, minha intenção é continuar trabalhando home office, até encontrar o momento adequado para voltar a ter um escritório. Sou uma pessoa muito disciplinada e busquei manter a mesma rotina que tinha antes da pandemia, na medida do possível. Acordo muito cedo, faço as minhas corridas e atividades físicas diariamente, tomo o meu café, troco de roupa para trabalhar. Estou totalmente adaptado e não encontrei qualquer problema para trabalhar”, conclui. (Guilherme Paolielo Piazzalunga, 40 anos, empresário do ramo de eventos)

 

Fotos Arquivo Pessoal

Foto Capa: Pixabay

Arquivado em: Destaque, Entrevistas

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

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Comentários

  1. Sandra Piazzalunga diz

    16 de novembro de 2021 em 19:41

    Muito boa matéria !!👏👏O home office imposto pela pandemia, veio p ficar, em muitas situações.De acordo com o depoimento desses jovens profissionais, o desafio foi positivamente vencido e agora sentem -se confortáveis nessa condição!! Sucesso p todos !!!🙏🙏

    Responder
  2. Marana Namur diz

    16 de novembro de 2021 em 20:35

    Interessante como tivemos que nos adaptar 👏🏻👏🏻

    Responder
  3. Roberta Peixoto diz

    16 de novembro de 2021 em 20:59

    Nossa pelo menos pra alguma coisa serviu esse Corona. Matéria fantástica mamis! 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

    Responder
  4. Claudia Fabrini diz

    17 de novembro de 2021 em 02:21

    Melhor coisa que aconteceu para o setor imobiliário (americano) nesse momento de tantas incertezas. Primeira consulta com cliente via zoom, onde qualificamos e “conhecemos o cliente, também não mostramos mais propriedades a ninguém sem pré aprovação de crédito bancário ou provas de fundos… deixei de ser “táxi” de quem só queria passear por casas bonitas nos finais de semana!

    Responder
  5. Audrey Lonni diz

    20 de novembro de 2021 em 13:49

    Ótima matéria!!! Também acredito que o virtual chegou para ficar.

    Responder
  6. ANA LUÍSA diz

    20 de novembro de 2021 em 15:21

    Excelente matéria Elisie! Esse foi mesmo um grande aprendizado deixado pela pandemia., o home office, convenhamos, não sei se é tão saudável porque o presencial fortalece as relacoes, a conexão e a interatividade. Mas aos poucos, tudo vai se adequando

    Responder

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