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Inteligência artificial vem revolucionando o mundo dos negócios e o mercado de trabalho

22 de agosto de 2023 por Claudia Costa Deixe um comentário

A IA permite às empresas automatizar tarefas repetitivas e de rotinas em vários setores, gerando mais eficiência e produtividade. A tecnologia vem tornando obsoleta algumas profissões, ao mesmo tempo que cria postos de trabalho

Já vai longe o tempo em que a inteligência artificial (IA) era somente fruto de uma imaginação fértil que assombrava a mente de leitores e espectadores de obras de ficção científica. A tecnologia, que permite máquinas interpretarem dados e realizarem tarefas antes exclusiva a humanos, já é uma realidade e vem sendo amplamente utilizada em diversos setores da sociedade, no Brasil e no mundo.

“Nas empresas de um modo geral,  profissionais que trabalham com atendimento serão substituídos por chatbots e assistentes virtuais”, diz Rejane Toigo

A especialista em mídias sociais, estrategista digital e fundadora a Like Marketing Rejane Toigo (foito) , ressalta a verdadeira revolução que a IA vem trazendo ao ambiente das empresas, transformando processos de negócios e a tomada de decisões em diferentes setores. A inteligência artificial vem permitindo às corporações, por exemplo: automatizar tarefas repetitivas e de rotinas em vários setores; fazer análise de dados avançada; dar recomendações personalizadas aos clientes; proporcionar chatbots e assistentes virtuais; otimizar processos; e detectar fraudes e aprimorar a segurança cibernética.

De acordo com Rejane, a IA promete abalar também os alicerces do mercado de trabalho, tornando obsoleta diversas profissões e criando postos de acordo com as exigências da nova tecnologia. Entre as funções que deixarão de existir, segundo a especialista em mídias sociais, estão: os trabalhadores de linhas de produção, em fábricas e indústrias, que serão gradualmente substituídos por  automação e robôs, principalmente em tarefas repetitivas e monótonas. “Nas empresas de um modo geral,  profissionais que trabalham com atendimento serão substituídos por chatbots e assistentes virtuais”, diz.

Entre as profissões e oportunidades no mercado de trabalho que estão surgindo na esteira da IA, a especialista em mídias sociais destaca: desenvolvedores de algoritmos; cientistas de dados; engenheiros de machine learning; especialistas em ética de IA; e especialistas em segurança de IA. “Além disso, a tecnologia também está criando oportunidades para o desenvolvimento de habilidades complementares. Profissões que envolvem criatividade, empatia, habilidades sociais e tomada de decisões estratégicas ainda são essenciais, pois a IA é mais eficaz quando trabalha em conjunto com habilidades humanas exclusivas”, comenta.

Para que as empresas propiciem a seus funcionários uma melhor adaptação aos desafios impostos pela rápida evolução da IA, Rejane sugere algumas estratégias, tais como: investir em programas de educação e treinamento; investir em requalificação e recolocação; promover cultura de aprendizado contínuo; estimular a colaboração entre os funcionários e a inteligência artificial; enfatizar e desenvolver habilidades humanas exclusivas; e  monitorar tendências e atualizações tecnológicas. “Estas estratégias permitem também às empresas aproveitar as oportunidades para obter vantagens competitivas com a adoção dessa tecnologia” diz.

A fim de que os profissionais adquiram as habilidades necessárias para fazerem frente às exigências impostas pela inserção da IA nos negócios, a educação e formação profissional desempenham importante papel. Estas, segundo Rejane, precisam evoluir de várias maneiras para suprir os gargalos existentes na atualidade. Entre as iniciativas sugeridas pela especialista em mídias sociais nesse sentido estão: a inclusão da matéria IA nos currículos de instituições de ensino; programas de especialização em IA nas instituições de ensino superior; ênfase na importância do aprendizado prático e nas experiências de trabalho; abordagem de educação ao longo da vida; colaboração de academia e indústria; e ênfase em ética e responsabilidade.

Além da preocupação relacionada ao impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho, a implementação da tecnologia nos negócios e profissões traz inúmeros outros desafios, tais como aqueles que envolvem questões éticas e sociais. Rejane cita, por exemplo, o viés e a discriminação algorítmica como um problema a ser enfrentado. A fundadora da Like Marketing explica que os sistemas de IA são treinados com base em conjuntos de dados existentes, que podem conter viés ou refletir discriminações sociais. “Dessa forma, é fundamental garantir que os algoritmos sejam justos e imparciais, realizando uma auditoria nos dados utilizados e no processo de treinamento dos modelos”, afirma.

A privacidade e a segurança dos dados também é um quesito que precisa de atenção, segundo Rejane. “As empresas devem garantir a proteção adequada dos dados, implementando medidas de segurança robustas e obtendo o consentimento adequado dos indivíduos para o uso de seus dados”, comenta. Por envolver decisões que afetam as pessoas, os processos relacionados à inteligência artificial necessitam também, conforme a especialista em mídias sociais, desenvolver mecanismos de responsabilidade e transparência. “Os sistemas de IA devem ser capazes de explicar suas decisões de maneira compreensível e auditar suas ações. Além disso, é necessário atribuir responsabilidades claras em caso de falhas ou danos causados por sistemas de IA”, diz.

Sobre a ética no uso de IA avançada, Rejane afirma ser fundamental definir diretrizes éticas claras e regulamentações adequadas para orientar o uso responsável da tecnologia, haja visto o seu potencial danoso. “O uso indevido de tecnologias como sistemas de reconhecimento facial e a criação de conteúdo gerador por inteligência artificial pode, por exemplo, violar a privacidade das pessoas, propagar desinformação ou permitir criação de deepfakes”, explica. A fundadora da Like Marketing enfatiza que lidar com esses desafios éticos e sociais requer uma abordagem holística, que envolva empresas, governos, instituições acadêmicas e a sociedade em geral.

Se os desafios da IA são grandes, também os são as oportunidades, principalmente para as empresas. De acordo com Rejane, a tecnologia tem o potencial de melhorar, por exemplo, a  sustentabilidade e a responsabilidade social corporativa: otimizando o consumo de energia elétrica e reduzindo emissões; possibilitando o gerenciamento sustentável de recursos minerais; através da logística e do transporte sustentáveis; e permitindo rastreabilidade e cadeia de suprimentos responsáveis. A especialista em mídias sociais ressalta a importância de as empresas incorporarem princípios éticos e sustentáveis, desde o desenvolvimento de sistemas de IA, garantindo que a tecnologia seja aplicada de forma responsável e em benefício do meio ambiente e da sociedade.

A IA vem modificando drasticamente os negócios e as profissões e a projeção futura é das mais otimistas. De acordo com Rejane, com o avanço da tecnologia nos próximos anos, espera-se: aprofundamento da automatização de tarefas repetitivas e rotinas, resultando em maior eficiência e produtividade às empresas; maior colaboração entre seres humanos e IA, para fornecer insights e apoiar tarefas complexas; experiências ainda mais personalizadas aos clientes; avanços em áreas como saúde, transporte, finanças, educação e agricultura; desenvolvimento de habilidades exclusivamente humanas; e adoção de uma mentalidade de aprendizado; e aplicação de práticas cada vez mais transparente, éticas e responsáveis quanto ao uso de sistemas de IA.

Texto e foto: divulgação

Arquivado em: Variedades Marcados com as tags: ai, assistentesvirtuais, chatbots, inteligenciaartificia, likemarketing, mercadodetrabalho, negocio, trabalho

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

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