
O belo Lham Banana, cão da raça weimaraner, transformou a vida do jornalista Zé Roberto Alves, morador de Curitiba (PR), autor do blog O Gazeteiro, pai de Rodolfo Baggio Pereira, 30 anos, administrador, e de Leonardo Baggio Pereira, 29 anos, músico (baterista da banda Leash) e também chef de cozinha.

O animal trouxe mais alegria para o jornalista, após passar por um procedimento que o deixou um pouco deprimido. Apaixonado por futebol, Zé Roberto colocou o nome do capitão da seleção alemã, Philipp Lahm, no seu companheiro e leal amigo. Naquele ano o Brasil levou aquela goleada da seleção alemã. “Eu só ajustei para nossa realidade o nome. O sobrenome dele é Banana, pois ele adora a fruta”, explica Zé Roberto. Ele conta que sempre gostou de cachorro e que em 2014, após passar por um procedimento médico, andava deprimido.
“Fui caminhar no Parque São Lourenço, em Curitiba, e senti falta de uma companhia. Porém, não queria pessoas por perto. Foi aí que resolvi arrumar um cachorro para mim. Já estava procurando um cão da raça do Lham, mas aqui no Paraná não achei criadores. Procurei em outros Estados, como São Paulo, porém o preço do animal era fora da minha realidade. Conversando com um proprietário de pet, ele me sugeriu procurar na cidade de Ponta Grossa (PR), onde havia um casal que tinha cães weimaraner. Após pesquisar bastante, consegui o contato do senhor que era dono dos bichos. A cadela tinha criado 12 filhotes havia 50 dias e só restava um filhote. No mesmo dia busquei o meu Lham, sou apaixonado por ele”, salienta o jornalista.
A corajosa raça weimaraner
As raças alemãs de cães ganharam reputação de estarem entre as melhores do mundo. O weimaraner foi produzido no século 19 durante um esforço para criar um cão ideal que servisse para caças de todos os tamanhos, incluindo veados e ursos. O trabalho teve apoio da corte de Weimar e a raça foi chamada no começo de Pointer Weimar. Alguns dos ancestrais da raça incluem bloodhound, schweisshund vermelho e pointers.
A origem da sua cor cinza característica é desconhecida, mas sempre foi uma marca desde o começo da raça. A evolução foi acompanhada de perto pelo German Weimaraner Club. Os cães só podiam ser vendidos aos membros, era difícil fazer parte do clube e cães de produções não aprovadas não podiam ser registrados.
O weimaraner só deixou sua terra natal quando um americano conseguiu entrar para o clube e obteve permissão para levar dois cães para a América, em 1929. Os primeiros exemplares americanos tiveram um desempenho tão extraordinário em competições de obediência que despertaram interesse. Na medida em que a raça ganhava mais entusiastas, foi descoberto também seu valor como companheiro de caça. O reconhecimento pelo AKC veio em 1943. A beleza da raça e sua versatilidade como cão de caça pessoal, estimação e competição garantiram seu futuro.


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