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Liberte-se das mágoas

26 de janeiro de 2018 por Elisiê Peixoto 3 Comentários

“Vivi, dias atrás, uma das melhores sensações: encontrar uma pessoa que me julgou e sentenciou erradamente e não senti absolutamente nada. Eu havia me esquecido completamente dela.”

 

Por Elisiê Peixoto

 

Não sei ao certo se é o tempo que cura, uma característica da personalidade, o amadurecimento que nos faz ignorar e esquecer literalmente. O fato é que eu não guardo mágoa de absolutamente nada e ninguém. Até escuto as pessoas comentando que fulano causou uma grande mágoa ou que, num certo tempo da vida, alguma situação causou um ressentimento enorme e que causa danos até hoje. Eu não vivo isso e me nego a experimentar desse sentimento ruim e que mais faz mal ao “magoado” do que naquele que supostamente causou a dor.

Provavelmente a mágoa seja um sentimento involuntário, ela pode se instalar na sua alma e fazer morada por anos a fio. Você sente aquela ponta de raiva ou tristeza (ou os dois juntos) e busca indícios para alimentá-la. Relembra, fala no assunto, amargura aquilo durante um bom tempo. Depois esquece. E, de repente, a mágoa, que havia submergido, toma fôlego e volta à margem.

Não estou afirmando que sou insensível ou que não levo em consideração o que me fazem. Claro que sim. Já fui traída, enganada, colocaram palavras na minha boca, inventaram coisas, me deixaram a ver navios, me senti humilhada. Já tive todas essas dores. Mas fiz uma opção, a de não sofrer por isso, a de esquecer e não falar mais no assunto. O tempo passou, o que era doído parou de doer, cuidei das minhas dores e feridas com o carinho que elas precisavam. E foram saradas. Não existe uma única pessoa de quem eu guarde mágoa. Nem a pior delas, que me causou um rombo tão grande que me fez ficar sem rumo um bom tempo. Eu fiz a escolha de sobreviver àquilo. E de me reinventar quando percebi que alimentaria aquele cão raivoso dentro de mim por uma vida. E que me tornaria uma pessoa horrível.

Escolhi ter uma vida saudável, à revelia das decepções que tive. Porque entendi que eu era muito melhor do que tudo aquilo. Às vezes, nos “vitimizamos” e carregamos uma mágoa por tanto tempo que ela se torna uma grande companheira. E papel de vítima não ajuda em nada, apenas causa pena, depois cansaço.

Vivi, dias atrás, uma das melhores sensações: encontrar uma pessoa que me julgou e sentenciou erradamente e não senti absolutamente nada. Eu havia me esquecido completamente. Passaram-se anos e aquele buraco ficou entre nós, causado por um mal-entendido. Mas, nessa altura da vida, não fazia mais diferença, porque há muito tempo eu determinei que não guardaria rancor. Eu superei e faço disso uma regra para minha vida, para não “patinar” e ficar atada a sentimentos que não me edificam.

Mágoa faz mal para quem sente, é raiva guardada. Ressentimento é sentir de novo e de novo e de novo. Mágoa é alimentada diariamente com lembranças, com um passado malresolvido. E ela só passa quando você decide que fará isso por você. Se eu consegui, você também consegue.

Arquivado em: Cá pra nós

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

Reader Interactions

Comentários

  1. Neusa Pinto diz

    26 de janeiro de 2018 em 20:57

    Prá variar 🤣Excelente texto !Parabéns 👏👏👏Amo ler e me identificar com eles ❣️👄🍀🦋

    Responder
  2. Solange diz

    30 de janeiro de 2018 em 23:25

    Excelente, é o que pendo e decidir fazer há um.bom tempo. Leva a nada não.

    Responder
    • Solange diz

      30 de janeiro de 2018 em 23:28

      Excelente, é o que penso também .Decidi fazer isso há um.bom tempo. Leva a nada não. Entegro pra Deus.

      Responder

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