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Meu cachorro idoso

4 de junho de 2019 por Elisiê Peixoto 9 Comentários

 

 

O nosso Bubi, um chow-chow sistemático, está velhinho, cego, surdo. Quando a velhice chega, tudo fica mais difícil, desde a saúde mais frágil até a energia que despenca. Resisti à chegada dele o que pude quando meus filhos pediram. Porque animal dá um trabalho danado, dá despesa, nos torna reféns, não podemos viajar, exige cuidado. Mas nada se compara à fidelidade de um cachorro. Hoje, fico observando nosso companheiro com suas articulações doloridas, seu olhar distante, debilitado. O meu coração dói e apenas comprova que o tempo é finito, passa para todos.

 

Bubi: versão tosada!

Por Elisiê Peixoto

 

A minha mãe tinha falecido havia três meses quando perdemos nossa outra chow-chow com cinco anos de idade. Quem gosta de cachorro entende como se trata de uma perda significativa, ainda mais quando estávamos tentando nos recompor com a morte de uma mãe e avó participativa em tudo. Naquele dia, jurei a mim mesma que não teria mais cachorro. Mas o juramento foi por água abaixo quando os meus filhos pediram outro cachorro no Natal.

Relutei, resisti, mas acabei cedendo porque usaram todos os argumentos. Enfim, o Bubi veio para a nossa casa em dezembro de 2004, cuidado e amado por todos, em especial pela Roberta, a quem ele escolheu como tutora. Ele é o motivo da crônica de hoje. Sim, nosso Bubi está com quase 15 anos de idade. Velhinho, limitado, focinho branco, olhos caídos, surdo e quase cego. Mas continua sistemático, de poucos amigos, mas ao nosso lado esteja onde estivermos. Levanta-se quase se arrastando para ir de um lado para o outro. Mas não fica longe da família.

Quando a velhice chega, tudo é mais complicado. Lembro-me daquele cão que nos acompanhava nas corridas ao ar livre, que estava sempre “serelepe” e abanando o rabo para passear, com uma pelagem alvo de elogios. Se para os humanos envelhecer é complicado por conta das limitações, imagine para os cães que não falam e não têm essa noção de que estão ficando mais velhos.

Fico observando ele deitado ao meu lado, dormindo a maior parte do tempo, o que já é um sinal de alerta. Infelizmente, nossos cãezinhos vivem muito menos tempo que gostaríamos e temos que estar preparados, proporcionando uma melhor qualidade de vida para deixá-los mais confortáveis. É o que tenho feito.

A letargia do Bubi tem me despertado para algumas coisas. Sei que a velhice é implacável e os ciclos da vida mudam. Tudo tem um começo, meio e fim. E a gente precisa estar preparada para as mudanças que chegam inevitavelmente. A idade avançada do Bubi tem sido uma escola para mim. De que tudo pode mudar, que o tempo passa muito rápido e que deve permanecer apenas aquilo que tem importância. Amor, devoção, respeito, fidelidade, comprometimento, lealdade. Tudo isso tivemos do nosso cachorro ao longo desses anos. Agora, velhinho, estamos fazendo por ele, apenas retribuindo o que recebemos.

Nossos cãezinhos estão bem definidos naquela frase do filme “Marley e Eu”, que assisti inúmeras vezes: “Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, apenas dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele”. Alguém tem dúvida?

Arquivado em: Cá pra nós

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

Reader Interactions

Comentários

  1. Wagner Donadio de Souza diz

    4 de junho de 2019 em 10:47

    Lino seu relato, conheço o Bubi faz muito tempo, e ele tem me preparado para quando o Otto ficar mais velho… acompanhei esse lindo cão no seu auge… lindo, temperamental… rsrsrsrs… dificil ver sua casa sem ele. Um querido companheiro das nossas longas conversar. Fica a lição, eles são uns anjos!!!

    Responder
  2. Miriam diz

    4 de junho de 2019 em 11:48

    Sempre tive e amo demais os animais . Era gato, era cachorro, teve até um morcego q alimentei por varios dias e chorei quando ele sumiu! Lá em casa era assim ( no caso de aparecer um bichinho) nao deixa a Miriam ver se não ela vai querer e já tem muitos!! Hoje só tenho uma gata, mas é a rainha da casa!
    Bjk….💋💋💋

    Responder
  3. Lucita Neme F Ruiz diz

    4 de junho de 2019 em 11:52

    Amiga querida , qtas passagens passamos juntas !!! Seu amor e sua dedicação à todos que a cercam é Deus na sua vida por completo . Vc sempre tão companheira , cúmplice e com essa disponibilidade de amar incrível . Como o Wagner mencionou , nossos cãezinhos são verdadeiros anjos . Sentem cda alegria , cda dor que sentimos e nos dão seu precioso amor incondicional, a qquer hora e em todas as circunstâncias . O Bubi é um verdadeiro Lord , seu jeitinho é único assim como sua beleza . Que Deus o proteja a cda amanhecer e a cda anoitecer . Nós seus filhos , genro e amigos o amamos . É lindooooo !!!! É uma benção nossos amiguinhos anjos ! Que possamos valorizar cda etapa das nossas vidas , valorizando o nosso próximo e nossos amores anjos . Amo vc minha linda amiga irmã do ❤️ Que as infinitas bençãos do nosso Pai sejam abundantes em seu lar 🙏

    Responder
  4. Neli diz

    4 de junho de 2019 em 13:16

    Excelente matéria, parabéns Elisiê. Eu tive uma cachorrinha a Bel Pudool viveu mais de 22 anos, morreu no ano passado, cega e muito debilitada, cuidei muito, hoje tenho Saudades.

    Responder
  5. Sandra Paolielo Piazzalunga diz

    4 de junho de 2019 em 15:23

    Concordo plenamente minha amiga!! Nosso amiguinho, filho ou neto de 4 patinhas, é um nosso fiel, amoroso e dedicado companheiro de todas as horas! !! Elês não tanto amor gratuitamente que merecem receber nessa fase vida, todo amor e atenção do mundo!!! Amo o Bubinho…Nosso eterno “ursinho”.❤❤

    Responder
  6. Grace diz

    4 de junho de 2019 em 16:48

    Lindo Elisie,sei bem dessa perda,é triste quando nos separamos dos nossos anjos peludos.Bubi é especial!!!!

    Responder
  7. Simone diz

    21 de julho de 2019 em 13:34

    Oi, também tenho uma chope chope que hoje está com 14 anos é ao ler o seu texto foi como se estivesse lendo a minha história com minha Florzinha

    Responder
  8. Wagner Donadio diz

    6 de dezembro de 2019 em 22:41

    Eu gostava de cachorro e sempre gostei do Bubi… mesmo sendo mordido por ele rsrsrsrsrs… mas quando eu ganhei o Otto tive a dimensão do que é o amor de um cão… do companheirismo e tudo de bom que eles representam nas nossas vidas. O Budi me ensina como é ter um cão mais velho, e isso vai acontecer com o Otto… e me prepara para isso, gosto de ver sua relação com ele… me inspira.

    Responder
  9. marta dos santos diz

    7 de dezembro de 2019 em 03:38

    O amor obediente e sereno do cachorro idoso, nos faz meditar na nossa vida breve.e o breve tempo q temos pra amar. O olhar, sempre esperando uma resposta carinhosa… é muito amor! É como suas crônicas, sempre ternas,,,! Um abraço!

    Responder

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