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O Jornalismo em seis letras

23 de agosto de 2025 por Claudia Costa 3 Comentários

“Sem paixão, não há jornalismo. Ponto”, resume Nilson Monteiro

O jornalista e escritor Nilson Monteiro lança, no próximo dia 27, às 18h30, em Londrina, na sede central da OAB (Rua Professor João Cândido, 344, 4° andar) seu mais novo livro, “Jornalismo se escreve com seis letras:PAIXÃO”.

O livro é uma coletânea de matérias publicadas em jornais e revistas nos quais o autor trabalhou durante mais de 50 anos de profissão. “A
maior parte dessas matérias foi publicada em jornais londrinenses, especialmente na Folha de Londrina, onde vivi uma profícua e talvez mais gratificante fase de minha vida profissional”, comenta Monteiro.

O livro, segundo o autor, é uma espécie de “linha do tempo” iniciada nos anos 1970, em Londrina, no começo de sua trajetória profissional,
passando por várias fases em veículos de comunicação, tanto paranaenses como nacionais, com notícias, entrevistas e outras produções jornalísticas, “trazendo, além de seu tema central, o contexto político, econômico e social de cada época”. Monteiro, que ocupa a cadeira 28 da Academia Paranaense de Letras e já publicou 19 livros, dos quais dez de literatura, deixa claro que “esse é apenas um livro autoral, com textos escolhidos em meio a uma montanha de matérias produzidas em meio século. São mostras de abordagens, enfoques e inúmeras formas e estilos ao apresentar diferentes temas”.

Segundo ele, há no livro a experiência de quem “se acostumou a batucar teclas e ajuntar palavras, sons e imagens para contar fatos, alegrias, dores e sonhos espalhados pelo dia a dia das pessoas. E tudo isso respeitando os aspectos imprescindíveis ao jornalismo (captação, elaboração e transmissão de notícias, reportagens, entrevistas, relatos etc.), mas sobretudo com paixão”. E explica o porquê desse “condimento especial” em sua profissão: “O jornalismo, além do domínio de aspectos técnicos, pede percepção, dúvida, curiosidade, instinto, comprometimento, criatividade, tato, talento, uma certa dose de loucura, coragem, independência, desprendimento… Enfim, um sem-número de atributos, emoções e razões que se afunilam em paixão. Sem paixão, não há jornalismo. Ponto.”, resume.

Ele comenta que a publicação desse livro pode possibilitar reflexões sobre diversos aspectos da Comunicação, como, por exemplo, o futuro da mídia impressa. “O que será dos jornais e revistas diante dos desafios atuais? Comecei com a nostálgica Lexikon 80, sentando os dedos com força nasteclas, em Redações esfumaçadas, me acostumei ao teclado quase silencioso dos computadores, em Redações quase silenciosas, e deparo-me atualmente com a insensibilidade e as invencionices da Inteligência Artificial. E agora? O jornalismo profissional dançou com a comunicação instantânea das redes sociais?” “Jornalismo se escreve com seis letras: PAIXÃO”, de acordo com o
autor, não aprofunda questionamentos dessa ordem, “mas apenas e tão somente mostra como escrevi (e continuo a escrever) em todas as etapas de minha vida profissional. Os fatos são fatos, devem ser apurados até os ossos e as palavras são sagradas, têm alma. Elas comunicam os fatos e afloram sentimentos. Para jornalistas, escrever bem é uma obrigação. Sempre busquei isso. Se consegui, são outros quinhentos”.

SERVIÇO
Lançamento: “Jornalismo se escreve com seis letras: PAIXÃO”
27 de agosto – 18h30
Sede central da Ordem dos Advogados do Brasil (Rua Professor João
Cândido, 344, 4° andar)
Londrina – PR

 

Um homem movido a paixão

 Compartilhei com Nilson Monteiro uma das mais ricas e gratificantes experiências da minha trajetória profissional. Eu como repórter e ele como editor chefe do caderno regional que a Gazeta Mercantil lançou em 1998 no Paraná, assim como em vários outros estados brasileiros.

Já havíamos, àquela altura, percorrido um bom caminho no jornalismo – e, como esse é um mundo bem pequeno, naturalmente já nos conhecíamos. Mas acho que nunca tinha trocado uma palavra com o Nilson. Assim, cheguei naquela redação sem conhecer direito nem o projeto nem o futuro chefe.

Ao conhecê-los, fiquei, porque percebi de imediato que aquela ideia seria levada adiante com paixão. E não há realismo, pragmatismo, experiência ou desilusão que me tirem a convicção de que jornalismo precisa de paixão. Nilson é um manancial de paixão. Pelo jornalismo, pela palavra, pela natureza, pelo ser humano, pela vida. Um homem honestíssimo na sua paixão.

Não digo que nunca discordamos ao longo dos quase quatro anos de convivência na Gazeta Mercantil. Mas nunca por razões que fossem além do acessório. No essencial, concordamos sempre. E o essencial, para o Nilson, era fazer um trabalho honesto.

Por honestidade não se entenda nada que sugira não errar – é claro que erramos. Entenda-se tentar o melhor, aprofundar os assuntos, esforçar-se para enxergá-los sob diferentes prismas, não ceder a pressões e, sempre que possível, humanizar os textos que a cobertura da economia nos induz a tornar áridos. Foi assim que as páginas do jornal estamparam – em meio a notícias sisudas sobre desemprego, PIB, juros, exportações e investimentos – também inúmeros textos sobre gente por trás dos números. Aquela Gazeta Mercantil tinha a cara do Nilson Monteiro.

A convivência diária daquela equipe inesquecível chegou ao fim em 2001, quando, no auge de uma crise financeira e de gestão que se arrastava há anos, a Gazeta Mercantil promoveu uma demissão em massa, de caráter nacional. Foi um momento de tristeza, mas também de união – e, nesse episódio, o Nilson, também demitido, foi um colega solidário, leal e agregador.

Daqueles anos ficou uma amizade e a admiração por essa paixão que me parece o fundamento de tudo o que o Nilson faz – seja escrever uma história, defender uma ideia ou torcer pelo nosso Atlético ou o Corinthians dele.

Talvez esse Nilson torcedor seja uma boa síntese do Nilson jornalista, escritor, cidadão, paulista, paranaense. Um homem que se emociona e chora sem pudor, que é Corinthians e é Atlético, que – sem nunca ter deixado de ser um paulista do interior – abraçou o Paraná e sujou o pé de terra vermelha.

 

Lorena Aubrift Klenk, jornalista

 

Arquivado em: Acontece Marcados com as tags: #londrina, #portalideiadelas, escrita, escritor, jornalista, lançamento, literatura, livro, NilsonMonteiro, O Jornalismo em seis letras:Paixão, paixão

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

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Comentários

  1. Nilson Monteiro diz

    23 de agosto de 2025 em 09:17

    Cláudia, sou todo agradecido. Como jornalista e cidadão, percebemos também a solidariedade e o carinho que há entre profissionais da área, como percebo em cada evento como esse que viveremos em Londrina.. A você e a todos os amigos dessa terra roxa de paixão , minha imensa gratidão.

    Responder
    • Claudia Costa diz

      26 de agosto de 2025 em 09:56

      Amigo, você tem toda a nossa admiração e respeito. Conte conosco sempre. beijos

      Responder
  2. Aparecido Guergoletti diz

    25 de agosto de 2025 em 22:42

    Não tenho como deixar de comparecer à festa de autógrafo do lançamento do “Paixão” do amigo, jornalista e exímio escritor, Nilson Monteiro! O primeiro livro que li e reli desse prezado Ser Humano (Nilson) fora “As cidades e seus Cúmplices” e, claro fiquei encantado com as histórias apresentada no decorrer de sua escrita criativa! Fascinante! Leitura gostosa! Não demorou fiquei sabendo do “Lasca de Costela”; não titubei, e corri ao encontro do referido título; tive o prazer inefável de lê-lo e relê-lo! Sensacional! Agora, com alegria e a tremenda vontade vou em busca do “Paixão”! Parabéns ao grande jornalista e escritor dos livros por mim mencionados!!!

    Responder

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