• Skip to main content
  • Skip to secondary menu
  • Pular para sidebar primária
  • Pular Rodapé
  • Capa
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Quem são elas
Ideia Delas

Ideia Delas

Cláudia Costa e Elisiê Peixoto

Facebook Instagram Youtube
  • Acontece
  • Cá pra nós
  • Amigos Bichos
  • Beleza
  • Mistura Fina
  • Entrevistas
  • Gastronomia
  • Saúde
  • Variedades
    • Passaporte
    • Vale a pena
  • Comportamento
  • Depoimentos
  • Inclusão respeito & empatia
  • Lançamentos
  • Celebridades
  • Decoração
  • Passe VIP
  • História da Nossa Gente Londrina 90 anos

Os hábitos e costumes que herdei dos meus pais

19 de maio de 2021 por Claudia Costa Deixe um comentário

Foto ilustrativa: Pixabay

 

Por Claudia Costa

 

Somos o resultado da criação que recebemos dos nossos pais ou responsáveis e muitas vezes herdamos costumes que são herança de família. Algumas pessoas mantém e fazem questão de transmitir para as futuras gerações, os filhos e netos, os costumes que aprenderam com seus pais. Quem não tem uma lembrança afetiva de um momento especial na sua vida em que se vê nos seus pais?

Os hábitos e os costumes variam de uma família para outra. Às vezes essas variações se devem à origem das pessoas: ao lugar onde nasceram, à região do país de onde vieram, o contato com outras famílias e outros costumes. A alimentação, o modo de falar, a religião e o jeito de se vestir variam entre as famílias de origens diferentes.

O Portal IDEIA DELAS conversou com algumas pessoas para conhecer os hábitos e costumes que elas herdaram de seus pais.

 O dentista e músico Hélio Takeda, 64 anos, solteiro, dentista em Londrina, diz que se vê nos seus pais.

“A impressão que eu tenho é que sou 50% meu pai e 50% minha mãe, nas virtudes e nos defeitos. A minha mãe Kioka Takeda me influenciou na espiritualidade e na música. A religião é maior do que uma igreja, uma instituição. O que me guia é um Deus bondoso que não pune ninguém e a oração contínua é agradecimento sempre, pois tudo vai dar certo.
Todos os dias a minha mãe cantava e dançava as músicas tradicionais japonesas, simplesmente porque a deixava feliz e isso iluminava a casa.

Diariamente Kioka Takeda cantava e dançava as músicas japonesas, iluminando de alegria a casa da família Takeda

Já o meu pai ,Osamu Takeda, era apaixonado por esportes e acabou formando dezenas de campeões brasileiros e sul-americanos na natação e até hoje eu e os meus três irmãos, praticamos alguma atividade física, como parte de nossas vidas”.

 A médica Rose Meire Albuquerque Pontes, 64 anos, casada, sem filhos, mora em Londrina, foi educada em uma família que valoriza muito a cultura.   

Quem a conhece sabe como ela gosta de ler, é fluente em francês, e suas viagens pelo mundo sempre teve um roteiro cultural.

Em suas viagens pela Europa, a médica Rose Albuquerque sempre visita os locais que são cenários dos romances que leu

“Um hábito que adquiri em casa foi o de ler livros sobre a história da França. Minha mãe, Thereza de Souza Albuquerque sempre foi uma leitora voraz e gostava e ainda gosta de ler romances históricos sobre os reis e rainhas da França. Esta paixão ela herdou do pai dela, meu avô Joaquim. Eu comecei a ler estes romances aos 12 anos e me apaixonei perdidamente por estas histórias, mesmo sabendo que, muitas vezes, eram romanceadas. Ao visitar a França, procuro os endereços dos personagens. Muitas vezes, não há nada no local ou há um edifício moderno, mas sempre fico lá, parada, sonhando com aquela outra época e revivendo as emoções.

A médica Rose Albuquerque herdou da mãe Tereza e do avó Joaquim o amor pela leitura

Ainda guardo muito destes livros comigo, roídos pelo tempo, mas quando os releio…vejo quantas vidas eles carregam: as dos personagens e as da minha família, nos unindo ainda mais”.

Dona Thereza de Souza Albuquerque, 86 anos, sempre foi uma referência cultural para a filha Rose

 

A psicóloga Virgínia Navarrete, 58 anos, divorciada, mãe de uma filha, mora em Campinas (SP).

“O hábito que aprendi com minha mãe, Ignez Therezinha de Andrade Navarrete, que aprendeu com a mãe dela, foi de todos os dias, colocar um pouco do primeiro café do dia, para a imagem de São Benedito, que fica na cozinha.  Este ritual de Bom dia a São Benedito têm como significado um pedido de abundância para minha casa.

O cafezinho para São Benedito é sagrado na casa da família da psicóloga

Ao fazer isto, revisito a casa de minha avó e a minha casa na infância. É uma conexão com a minha mãe e minha avó que já estão em outro plano”. Virginia acredita que a filha Helena, 20 anos, irá manter esse ritual que aprendeu com a família. “Ela é muito apegada a ancestralidade!!”

A psicóloga Virginia Navarrete aprendeu com a mãe, dona Inez, a colocar café para o Santo todos os dias.
Virginia Navarrete acredita que a filha Helena, 20 anos, seguirá os costumes da família

Olelia Oricolli Oliveira, 74 anos, professora aposentada de História da Arte, moradora em Londrina.

A professora aposentada Olélia confecciona o babador combinando com o guardanapo da mesa.

“Do meu pai, Vicente Oricolli, eu herdei a religiosidade e o costume de rezar para agradecer a comida, mesmo que estejamos fora de casa. Já da minha mãe Rosa Camargo,  aprendi costume de usar babadores para comer macarrão ou sopa. Antigamente, essa peça não tinham muito charme, mas o que eu produzo faço combinando com a cor dos guardanapos da mesa. Até as visitas usam quando vêm fazer as refeições em nossa casa. Os babadores já ficam na mesa. Os meus filhos e netos usam em suas casas também”.

Um hábito da família: os filhos da professora Olélia em Curitiba usando babador

 

As amigas da professora Olélia também recebem o babador para usar quando vão visitá-la

O designer e artesão Itamar Vieira, 59, divorciado, morador de Crisciúma (SC), diz que herdou do pai o amor pela profissão e da mãe o gosto pela gastronomia.

“Herdei do meu pai a arte de trabalhar com alvenaria e madeira. Há 12 comecei a pesquisar pra fazer um fogão tão bonito quanto o que meu pai fazia. Mas que não emitisse fumaça… Seria possível? Não sabia ainda que seria possível. Fiquei dois anos só na pesquisa e design. Há 10 anos construí o primeiro, para um amigo que apostou em mim. Quando percebi que deu certo criei uma marca para esse fogão: Yamerê, fogão a lenha eficiente. Yamerê significa sem fumaça.

O artesão Itamar Vieira construindo os fogões Yamerê, modelo que desenvolveu e que não faz fumaça

E da minha mãe o amor pela gastronomia. Produzo pães e bolos e alguns quitutes já raros como biroró, cuscuz, bejajica, dentre outros pratos”.

 

Fonte:

https://www.sohistoria.com.br/ef1/quemsou/p3.php

Arquivado em: Destaque, Entrevistas Marcados com as tags: costumes, filhos, herdei dosmeuspais, Os hábitos e costumes que herdei dos meus pais, pais

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

Reader Interactions

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sidebar primária

Buscar no site

Roberta Peixoto

Artigos Recentes

Leilão Redland Horse Sale estreia superando expectativas na ExpoLondrina

15 de abril de 2026 por Claudia Costa

O Aquário de Londrina é destaque na ExpoLondrina2026

15 de abril de 2026 por Claudia Costa

Evento sobre Estratégia e inteligência de mercado para o agronegócio foi destaque na ExpoLondrina

14 de abril de 2026 por Claudia Costa

Footer

O Ideia Delas é um espaço virtual de compartilhamento de informações, notícias, crônicas, assuntos diversos. Possui conteúdo voltado para um público masculino e feminino, acima de 35 anos, com temas que despertam interesse de forma estratégica e pontual.
Portal Ideia Delas

Portal Ideia Delas · Cláudia Costa & Elisiê Peixoto · Desenvolvido por Droopi Agência Digital · Login