
Todo o mundo conhece alguém que já foi a Portugal, ou se mudou para as terras lusitanas, ou tem algum parente ou amigo morando em Lisboa e outras cidades. Pois foi pela terceira vez que Roberta Casagrande e o marido Paulo Henrique Cadorin estiveram naquele país, onde ele foi participar do IronMan 70.3, na cidade de Cascais. E claro, depois da competição, resolveram fazer um tour por lugares charmosos e pitorescos, registrando um pouco de tudo para o Portal Ideia Delas. Vamos acompanhá-los?



Cascais, para ir e voltar muitas vezes
“Já conhecíamos o Norte de Portugal e, dessa vez, como meu marido Paulo Henrique Cadorin, fisioterapeuta e triatleta, 36 anos, ia fazer o IronMan 70.3 Cascais, decidimos esticar um pouquinho e conhecer o Sul do país e a capital Lisboa. Gosto de planejar as viagens sempre por conta própria e com antecedência de no mínimo dez meses, tempo suficiente para encontrar bons preços, se organizar e sair de viagem com tudo pago. Para as passagens não abro mão do uso de milhas e, para os hotéis, pesquiso muito a nota dos clientes dada a cada um, confiro a opinião dos hóspedes e a localização. Afinal, de nada adianta pagar baratíssimo num hotel e gastar uma fortuna para se locomover. Somos apaixonados por Portugal e, nesta terceira vez no país, ficamos encantados com Cascais. A cidade litorânea, a apenas 20 minutos de Lisboa, arrebatou o nosso coração com suas ruazinhas de paralelepípedos e seu centrinho badalado. Cascais sediou a prova de Triathlon nesses dias, recebendo 2.500 atletas de 61 nacionalidades, um show de organização e receptividade e que nos fez sentirmos especiais o tempo todo”, comenta Roberta.
Algarve e suas águas azul-turquesa
Depois de Cascais, o casal foi para Algarve, onde se hospedou no NAU São Rafael Atlântico. “Trata-se de um resort com uma praia particular de tirar o fôlego. As águas azul-turquesa de Algarve, as falésias nos tons de pôr do sol e as inúmeras grutas tornam o passeio mágico. Mas, atenção! Prepare as pernas, afinal, para ver cenários tão incríveis, há de se ter algum sacrifício, não é mesmo? Enfim, após dias de sol na casa dos 30 graus, suficientes para colocar o bronzeado em dia, partimos para Lisboa. Ah, Lisboa! Respirar história não tem preço, escolhemos para isso justamente um hotel localizado no prédio de um antigo jornal, fechado em 1956, com apenas 18 apartamentos de puro charme, cada um deles homenageando um escritor português: o nosso, Eça de Queiroz. Fomos recebidos com salada fresca e croissants quentinhos na porta do quarto todos os dias. Abrir as janelas pela manhã e dar de cara com o casario e suas safadinhas com roupas secando ao vento do lado de fora é daquelas imagens que marejam os meus olhos! Anote: Hotel Almaria ExLibris”, reforça a turista, que não deixa de citar a Torre de Belém, o monumento do descobrimento, o oceanário. “Refrescamo-nos à margem do Rio Tejo e desbravamos ladeiras, conhecendo uma Lisboa menos turística. Esse povo de riso largo e coração grande tem lugar cativo nos nossos corações e nos nossos passaportes. Portugal é, sem dúvida, um destino imperdível, daqueles para voltar quando sentir saudades. E, pode apostar, você vai sentir!”








Maravilhosas fotos. Estarei lá, a cores e ao vivo, logo mais
Sonho de muitos anos que serão realizados junto com uma das minhas belaa filhas, que amo de paixão.
Vamos respirar beleza e cultura portuguesa.