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Ser bem-humorado faz a diferença!

25 de maio de 2020 por Elisiê Peixoto 1 comentário

 

Você deve conhecer aquela pessoa divertida, brincalhona, que consegue manter o bom humor em qualquer momento, até mesmo naquelas situações em que a maioria das pessoas está bastante desanimada e triste. Pode ser um amigo, um parente, um vizinho. O fato é que pessoas assim costumam deixar o ambiente mais relaxado, mantendo a saúde mental e física. Ser otimista em momentos cruciais da vida – como o que vivemos com a pandemia – e até em vários outros considerados difíceis traz um alento à situação, uma certa paz e até esperança. Ser otimista e bem-humorado caracteriza algumas pessoas que costumam trazer à tona doses de extroversão, afabilidade, estabilidade emocional. São pessoas que têm como marcas registradas a felicidade e um belo sorriso. O Ideia Delas conversou com pessoas que conseguem enxergar as coisas a partir de novas perspectivas, transformando situações ruins em lições positivas. Vamos conhecê-las?

Por Elisiê Peixoto

Adriane Marinho comenta que sempre teve uma personalidade alegre e que a ajudou nos momentos duros da vida.

 

“O que me faz rir e levar o momento com uma certa leveza é que somos seres humanos dotados de muita capacidade. Há momentos que nos servem de reflexão, e para tudo busco tirar uma lição de aprendizado. Tenho essa personalidade alegre, sempre fui assim, e isso me ajudou a enfrentar momentos difíceis como o atual. Enxergo situações difíceis como oportunidades de criar novas estratégias de trabalho, convivência, lazer e, acima de tudo, ter olhos para o próximo, partilhar, compartilhar, interagir com atitudes. E ter a certeza de que dias melhores vão chegar. Sou grata a Deus por tudo e tenho essa característica: olho para frente e busco tirar algo positivo dos problemas da vida. Tem dado certo.” (Adriane de Paula Marinho, 46 anos, esteticista, mora em Londrina, Paraná)

 

 

Maeve Mendonça com o marido José Roberto, residentes em Palma de Maiorca. “Não me deixo abater, sigo em frente”, afirma ela.

“Na verdade eu sou uma pessoa supermedrosa, quando aparece alguma situação ameaçadora fico apavorada logo no início, choro, fico reclusa no meu canto, penso bastante, oro muito a Deus. Mas aí começo a me preparar para mudar o ‘chip’, mudar o pensamento, começo a ter mudanças positivas, converso com as pessoas, amigos, familiares. E de repente, do nada, tiro uma força que vem do alto mesmo, encontro sempre uma boa solução e me animo. E com esse meu jeito extrovertido consigo alegrar as pessoas. Neste momento de isolamento social, por exemplo, afirmo que o começo foi duro e assustador, mas depois me conscientizei de que tenho a missão de levar esperança para as pessoas, acabo sempre falando ou escrevendo coisas engraçadas, as pessoas dão risada, de alguma forma conseguem relaxar. É o meu jeito, sou uma pessoa positiva. Não me entrego, sigo em frente, sempre bem-humorada e esperando por dias melhores.” (Maeve Mendonça mora em Palma de Maiorca, Espanha)

 

 

“Minha intenção é sempre levar alegria, uma certa descontração”, afirma o funcionário público carioca Mário Tadeu de Moraes Silva.

 

“Eu sempre considerei importante transformar o seu local de trabalho como parte da sua casa. A primeira atitude para se manter um ambiente positivo é tratar as pessoas como você gostaria que fosse tratado, educação é fundamental para mim. Um simples bom-dia e um sorriso são atitudes de bom humor. Eu carrego isso para o meu dia a dia, acredito que a melhor comunicação é o sorriso, é salutar tentar fazer a outra pessoa sorrir. Todos nós temos problemas e frustrações na vida, mas basta uma palavra, basta uma certa atenção para mudar a vida do próximo. Sempre fui assim: aquele aluno que sentava no final da sala, que gostava de falar com os colegas, sempre tive boa relação com os professores, tinha sempre uma palavra engraçada, mas respeitando a todos. Neste momento em que trabalho em home office, a minha distração são as redes sociais. Observo que as pessoas gostam de ostentar, muitas vezes, mas eu penso diferente. Trata-se de uma ferramenta para compartilhar algo positivo, alegre, não gosto de agressão. Minha intenção é sempre levar alegria, uma certa descontração. Com o isolamento social, as pessoas estão muito sensíveis, tem que se tomar cuidado com o que é postado. Mas eu continuo compartilhando coisas alegres, divertidas, sem qualquer agressividade. E a maioria acaba entendendo e gostando.” (Mario Tadeu de Moraes Silva, 52 anos, funcionário público, mora na cidade do Rio de Janeiro)

 

 

“A minha receita de vida é transformar medo em fé”, ressalta a empresária de estética Pollyana Passos Bessa.

“Costumo dizer que tudo passa, nada é eterno, não há lado ruim que não se resolva com o lado bom da história. Sou por natureza uma pessoa feliz, alegre, mas, certamente, o que me dá essa paz e tranquilidade nos momentos difíceis da vida é a minha fé. Afirmo que tenho uma fé inabalável, pode o mundo cair na minha cabeça, acredito em um Deus que não dorme, que cuida de tudo. Eu simplesmente entrego qualquer situação para Ele. Sempre foi assim. Nestes dias, distraio-me com meus gatos de estimação, converso com minhas amigas por vídeo, faço mil brincadeiras, acabamos sempre rindo. A nossa rotina mudou, mas busco enaltecer a minha vida espiritual. A minha receita de vida é transformar medo em fé. Todos estamos no mesmo barco, mas o controle continua sendo Dele. Assim, mantenho-me serena e grata. Estou bem linkada com tudo e, acredite, até aqui Deus me sustentou.” (Pollyana Passos Bessa, empresária, mora em Vitória, no Espírito Santo)

 

“Adoro estar em casa com a minha esposa, preparo uma comida que antes não preparava, oro, assisto filme, converso com a minha mulher, faço exercícios, tenho me planejado, porque sabemos que tudo passa, e isso também chegará ao fim”, revela o gerente de marketing Fábio Maneiro.

“Nossa vida na Terra é um sopro. E nos últimos anos, devido à globalização, ela está muito mais rápida porque deixamos de aproveitar o que tem importância, como a companhia das pessoas que amamos, além das coisas rotineiras como o nascer do sol. Para enfrentar as adversidades, busco manter o bom humor, em especial agora, quando tenho um motivo maior do que tudo: meu filho Artur, que tem quatro meses. Como ficar triste com a chegada de uma criança tão esperada? Impossível! O Artur nos alegra diariamente. Adoro estar em casa com a minha esposa, preparo uma comida que antes não preparava, oro, assisto a filmes, converso com a minha mulher, faço exercícios, tenho me planejado, porque sabemos que tudo passa, e isso também chegará ao fim. Tenho desfrutado desse tempo na minha casa, não reclamo, e me cerco de boas notícias. Anulei as redes sociais, sempre cheias de fake news. Há boas opções na televisão, então, optei em evitar todas notícias negativas. Trabalho há 11 anos no Hospital do Câncer de Londrina, vejo muitas vidas indo embora, mas há muita cura também. É sempre uma alegria ver a vitória de um paciente. Então aprendi, ao longo desse trabalho, a valorizar a vida. Se estamos com saúde, já é um privilégio de Deus. Sigo com bom humor e gratidão. A pandemia tem sido uma lição, mas vamos vencer.” (Fábio Maneiro, 37 anos, gerente de marketing do Hospital do Câncer de Londrina)

 

O jornalista Antonio Mariano Junior e seu companheiro José Américo. Mariano é conhecido por seu constante humor e carrega isso para seus excelentes textos.

“Considero-me bem-humorado, procuro levar a vida pela leveza. Claro que a vida exige responsabilidade, mas se possível, quando possível, tenho leveza, porque a vida cobra muito. Eu vim de uma família alegre! A gente ria muito, observava muito o cotidiano, a gente ria da gente mesmo, enfim, aprendi com meus pais, tios e avós a sempre rir pra fora! Faço do bom humor o meu escudo contra os avessos da vida porque ela pega pesado. Mas, também, para eu perder o bom humor não custa nada, tenho pavio curto, mas logo em seguida volto a sorrir. Essa leveza ajuda a me reinventar como pessoa, como profissional, porque levo para os textos, crônicas e prosas poéticas um pouco desse humor. Senão, certamente, não seria eu. Depois que Deus me deu uma nova chance de viver, pois enfrentei uma doença grave, voltei à vida com mais ânimo, com mais graça no sentido melhor da palavra. E quando a vida profissional estava tomando um rumo, veio o coronavírus. Mas ok, sigo o que é determinado, faço o isolamento. Que eu tiro de boa, porque já praticava por falta de grana, falta de oportunidade, eu e meu companheiro saímos apenas para o essencial e com máscara. Temos nos cuidado muito, não considero o coronavírus uma ‘gripezinha’, mas algo muito sério. Estou testando meus dotes culinários e tem sido uma diversão, tenho visto tutoriais sobre fazer bolos. O primeiro foi sobre fazer pipoca, claro, uma sátira! Mas a receita final é sempre manter o bom humor, com bom senso, mas sem deixar de sorrir. Todos devemos permanecer em casa para preservarmos a vida. O que virá, não sei dizer. Mas neste momento sigo as instruções da OMS porque amo a vida e quero viver.” (Antonio Mariano Junior, jornalista, 55 anos, Londrina, Paraná)

 

Agradecimento:

Revisão de textos: Jackson Liasch (fone (43) 9 9944-4848 – e-mail: jackson.liasch@gmail.com)

 

 

 

 

Arquivado em: Destaque, Entrevistas

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

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Comentários

  1. Adriane diz

    28 de maio de 2020 em 14:47

    Muito importante essa matéria em tempos de pandemia… só pode nos trazer uma forma de superação.

    Responder

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