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Ideia Delas

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Cláudia Costa e Elisiê Peixoto

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  • História da Nossa Gente Londrina 90 anos

E no meio de tanta gente eu encontrei você

4 de julho de 2023 por Elisiê Peixoto 1 comentário

 

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Estar apaixonado talvez seja a melhor sensação do mundo. Qualquer pessoa nota algo de diferente no olhar, no falar, no agir de outra pessoa. Apaixonar-se é como estar num universo paralelo onde as outras situações e circunstâncias não alteram a vida em absolutamente nada. Existem fases e ciclos dos apaixonados. Aos 20 anos toda paixão é intensa, o jovem vive o namoro numa euforia! Mas a maturidade e à medida que vamos nos relacionando, a paixão torna-se um sentimento que traz aconchego, companheirismo, tranquilidade. A intensidade com qual amamos continua igual, apenas nos expressamos diferentemente.
Porém, o dia em que verdadeiramente encontramos o amor da nossa vida, não nos esquecemos jamais. É nesse período que também ligamos menos para o que os outros acham de nós ou vão comentar, ficando mais confiantes para amar verdadeiramente.
O dia, o lugar, a hora, a roupa, tudo está gravado. O Ideia Delas conversou com algumas pessoas que guardam exatamente essa lembrança.  Situações inusitadas foram transformadas em realizações amorosas e para todo o sempre. Quem diria que uma trombada de carrinho de rolimã numa árvore e um belo tombo  iriam unir um casal? Ou então, um bilhete entregue numa padaria na madrugada resultaria num casamento? Ou quem sabe um encontro casual formaria uma família com três bebês? E tem a história de uma linda jovem viúva, que sem qualquer plano e num encontro informal, casou-se novamente! São recordações que o tempo não apaga e que serão contadas de geração em geração. Vamos conhecer algumas dessas histórias apaixonantes?

 

Um bilhete definiu uma história de amor

“Se não fosse a minha amiga, teria perdido a oportunidade de conhecer o amor da minha vida.” (Gisely)

“Eu trabalhava na Vivo no período noturno e de lá, quando terminava meu expediente (meia-noite), saia com amigos para comer numa padaria aberta 24 horas. Fiz isso durante dois anos. E todas às vezes eu observava um moço que ficava numa mesa com seu notebook. Eu o achava muito bonito. Mas ele não me notava. Acabei trocando de emprego e fui trabalhar num hospital, também à noite. E continuei indo no mesmo local para vê-lo, porém nunca tive coragem de me aproximar, sou tímida e reservada, talvez por ser de origem oriental. Num certo dia, minha amiga Elisa Paula entregou um bilhete com o número do meu telefone para a garçonete, que por sua vez, entregou para o Rogério. Elas foram “cupidas e verdadeiras anjas” e se não fosse por elas eu nunca teria tido coragem de chegar no Rogério. Eu não queria, morri de vergonha. Mas a garçonete entregou, ele me olhou e guardou o papel. Naquela época, em 2009, era o Orkut que predominava. Começamos a conversar pelo Messenger e um dia, ele disse que estava com febre. Eu falei para ele ir de madrugada ao hospital que eu estava lá, trabalhando na recepção. Ele foi e fez a consulta. Foi quando conversamos pessoalmente.

No dia seguinte fomos tomar um café da manhã. Desde então nunca mais nos separamos. Nos casamos em 2012 e somos muito felizes. Se não fosse a minha amiga, teria perdido a oportunidade de encontrar o amor da minha vida”. (Gisely Peixoto, 45 anos, secretária, e Rogério Peixoto, 52 anos, fotógrafo)

 

Um tombo no momento certo

Denise e Edu: um tombo que virou um romance

“O Edu estava em cima do muro me olhando e disse:  “você é uma menina diferente”.”

 “Nos conhecemos em 1971, eu tinha 13 anos e ele 15. O irmão mais velho dele, Marco Antônio Trindade, era meu amigo e frequentava a minha casa. Os pais e irmãos moravam em São Paulo. O pai deles se aposentou e a família mudou-se para Londrina (PR).
Frequentávamos a mesma igreja, e os jovens, aos sábados, se reuniam para conversar, ouvir música na casa de alguns. E num sábado fui com minha amiga irmã Valéria Moraes na casa da Suzana Eubamk,  onde hoje é o Atacadão da Avenida Tiradentes. Ao sairmos vimos uns meninos andando de carrinho de rolimã, pedi para andar e trombei com uma árvore levando um belo tombo! O Edu estava em cima do muro me olhando e disse: “você é uma menina diferente”. Eu não sabia que ele era irmão do meu amigo. Nos vimos na igreja e aí começou a bater forte meu coração. Fomos apresentados, e como ele era de fora todas as meninas se interessaram por ele. Lembro-me de conversar com minha mãe e ela disse para orar, se fosse algo de Deus, as coisas iam se encaminhar.
Realmente, o meu primeiro amor foi correspondido. Mas ambos éramos muito jovens! E nos afastamos por 4 anos. Ele entrou para a faculdade de odontologia e eu terminei o magistério. Para comemorar a formatura tivemos um acampamento com barracas só para meninas Meu pai arrumou um local e eu precisava de uma barraca.  Lógico que lembrei que a família dele tinha uma barraca. Criei coragem e pedi emprestado e se ele poderia armar para mim. Ele me atendeu e começamos a conversar novamente. Devolvi a barraca e perguntei se queria ir num aniversário, ele topou imediatamente. Na igreja todos nossos amigos sabiam que éramos apaixonados um pelo outro e fizeram uma festa quando viram a gente sair de carros juntos. Foi  quando retomamos o namoro. Casamos em 1979 e nossa vida toda é pautada na Palavra de Deus. Temos parceria, cumplicidade, exclusividade e intimidade maravilhosa. Sempre juntos e servindo ao Senhor em primeiro lugar. (Denise Alba, 65 anos, professora e Eduardo Trindade, 67 anos, dentista)

A falha mecânica do carro que uniu o casal

“O grande amor da minha vida estava do outro lado cerca da casa e eu não percebia! O Ângelo havia comprado a casa vizinha da minha e todos os dias eu encontrava com ele saindo de manhã para o trabalho. Mas não passou disso durante três anos. Eu ficava pouco em casa porque trabalhava até tarde no shopping. Mas um dia, ele percebeu que meu carro não funcionava logo cedo e foi me ajudar. E já se foram 27 anos de muito amor e companheirismo. Vendemos as duas casas e compramos uma maior onde vivemos com nosso filho Cristiano. Ainda bem que a bateria do meu carro “arriou” naquela manhã (risos). (Vera Lucia, 48 anos e Ângelo, 52 anos)

Numa sorveteria em Minas Gerais

“Conheci minha esposa num dia de verão quando fui passar as férias na casa de tios em Minas Gerais. Eu estava cursando a faculdade e não tinha a menor intenção de namorar porque estava sempre “enterrado” nos livros. Mas foi naquela quarta-feira quente, numa sorveteria, que observei aquela moça dos cabelos cacheados e rindo muito alto. Uma característica dela, inclusive, até hoje. Não conhecia praticamente ninguém a não ser meus parentes que também não a conheciam. Pedi à garçonete para entregar um bilhete. Ela me olhou, agradeceu com um sorriso e foi a “deixa” para eu me aproximar. Isso tem 36 anos. Estamos juntos até hoje, com três filhos e cinco netos.  Têm oportunidades que não podemos deixar passar”. (Fabrício Constantino, 66 anos, casado com Eloá, 59 anos)

Um dia numa mesa de bar

“Quando você é diferente dos ultrapassados padrões de beleza e comportamentais é justamente o que desperta a atenção. Minha mulher Sara sempre teve um biotipo grande, sempre dando gargalhadas. Totalmente diferente de mim. Mas foi essas duas coisas que me causaram interesse, um dia numa mesa de bar com amigos. Fiquei fascinado. Achei que ela nunca iria me dar bola,  mas o destino definiu e cá estamos! Isso tem 8 anos.’ (Sara, 39 anos, professora e Rômulo, 40 anos, empresário)

Numa festa lotada 

“Eu o vi pela primeira vez numa festa lotada onde ele era o DJ. Fiquei observando aquele moço de longe, que só tocava as músicas que eu gostava. Achei interessante. E no meio de tanta gente eu o vi e não tirei os olhos. Mas ele nunca me enxergava e somente fomos conversar depois de alguns meses. Isso foi nos anos 80. Estamos juntos até hoje, optamos em não ter filhos e viajar  pelo mundo afora. É o que fazemos há 30 anos”. (Vitória, 56 anos, bancária e Roberto, 54 anos, empresário)
Renata e Wanderson: casamento em Veneza
“… no meio de tanta gente ele me viu”.   (Renata)

O acaso restaurou a felicidade

“Nos conhecemos na casa de um casal de amigos. Aos 34 anos, depois de 14 anos casada, fiquei viúva. Passei por um período de luto, onde me agarrei com todas as forças em  Deus. Eu não estava procurando ninguém, estava crescendo profissionalmente, dediquei-me ao meu trabalho quase que integralmente. Mas como diz o assunto da matéria, “no meio de tanta gente ele me viu” (risos). E  depois de 2 anos e 1 mês, conheci o Wanderson, e Deus foi muito generoso comigo,  restituiu minha família. Nos casamos em Veneza, um sonho antigo meu. E a cada dia que passa estamos construindo nosso casamento de uma forma sólida, com Deus no centro da nossa vida. (Renata Caparroz Silva, 38 anos, empresária e Wanderson Cristian da Silva, 45 anos, empresário.
Patrícia e Danilo: em três anos a família cresceu!
“Acredito que era pra ser!” (Patricia)

De repente somos cinco!

“Nos conhecemos numa festa na cidade da minha avó materna, Primeiro de Maio /PR, onde os pais do Danilo tem uma casa de veraneio! Uma cidade bem pequena que ele frequenta desde 2003. E eu, desde que nasci,  passo bastante tempo  na casa da minha Batchan (avó). Mesmo sendo uma cidade bem pequena, por incrível que pareça, nunca tínhamos nos conhecido! Fomos apresentados pela  minha prima Marcela, ficamos conversando, e  por um empurrão do meu primo Gustavo, no final do dia acabamos ficando! Era fevereiro de  2018. E como somos muitos jovens, foi um encontro descompromissado, mas que foi crescendo, e desde janeiro de 2019 estamos firmes e juntos. E acredite! Temos três filhos. Somos parceiros e cuidamos dos nossos filhos com todo zelo. Não imaginávamos essa transformação na vida, essa correria, porque são três pequenos: Enzo tem 3 anos, a Giordana tem 2 anos e a Alexandra tem 1 mês. Porém, estamos felizes e realizados. Acredito que era pra ser! (Patricia Makita Leitão Namba, 31 anos, e Danilo Marlon Namba, 33 anos, engenheiro eletricista, moram em Apucarana/PR.

Arquivado em: Destaque Marcados com as tags: #casamentopratodavida, #convivencia, #estarjunto, #reencontros, #segundachance, #unidospeloamor, amor, ideiadelas, paixão

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

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Comentários

  1. Sandra Piazzalunga diz

    5 de julho de 2023 em 23:37

    O amor é muito poderoso…lindas histórias Elisiê!! Encontrar alguém p compartilhar os dias sem dúvidas faz a vida ter outro sabor!! ❤️❤️❤️

    Responder

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