O show “Uma Hitória Brasileira” une duas gerações, estilos e a técnica refinada de dois grandes músicos nacionais.Ingressos: https://fiml.art.br/programacao-artistica/egberto-gismonti-convida-daniel-murray/

O compositor e multi-instrumentista Egberto Gismonti convida o violonista Daniel Murray para uma apresentação no 45º Festival Internacional de Música de Londrina. O show está programado para o domingo, dia 13 de julho, no Teatro Universitário Ouro Verde, com início às 20h30.
O encontro celebra o diálogo entre gerações e estilos, unindo a criatividade e a experiência de Gismonti — referência mundial da música instrumental — à sensibilidade e à técnica refinada de Murray, reconhecido por sua atuação inovadora no repertório contemporâneo.
No programa, o público poderá apreciar obras autorais, cadências e releituras, em um repertório que transita entre o clássico, o popular e o folclore brasileiro, revelando uma experiência rica em texturas, ritmos e lirismo.
Egberto Gismonti e Daniel Murray unem gerações em um diálogo musical profundo e inovador. A genialidade de Gismonti encontra a sensibilidade de Murray em interpretações marcadas por virtuosismo, emoção e criatividade, explorando universos da música brasileira e contemporânea com intensidade e liberdade.
Daniel Muray
Instrumentista, arranjador e Compositor. Em sua formação constam estudos musicais com Alberto Ponce, em La Coûme, nos Pirineus, e estudos de alaúde com Silvana Scarinci e Carin Zwiling. Estudou também com Floriano Rosalino Gomes, Paulo Porto Alegre, Paulo Bellinati e Edelton Gloeden.
É bacharel em Violão Erudito pela FASM (Faculdade Santa Marcelina), onde estudou música contemporânea com os professores Silvio Ferraz e Flo Menezes. Com este último, continuou, após a conclusão do curso, os estudos de análise musical. Em 2001, quando começou a se dedicar também à composição, estudou com João Carlos Assis Brasil.
Como integrante do Trio Opus 12, lançou, em 2007, o CD “Retrato de Radamés”. Em 2009, lançou seu primeiro CD solo, “Universos sonoros para violão e tape”. Como integrante do Quarteto Tau, lançou, em 2012, o CD “Cordas Brasileiras” (2012). Em 2018, recebeu o prêmio de destaque no “FMCB – Festival de Música Contemporânea Brasileira” por sua performance em homenagem a Egberto Gismonti. Neste ano, ainda foi solista da Orquestra Sinfônica Nacional (OSN) em Brasília e da Camerata da Orquestra Experimental de Repertório (OER), além de realizar turnê na Alemanha, promovendo seu recente álbum solo, intitulado “14-37 – Brazilian music for solo guitar” (Acoustic Music Records), onde faz uma retrospectiva de sua carreira. Em 2019, lançou o álbum “Universo Musical de Egberto Gismonti” lançado pelo selo Carmo / ECM e produzido por Egberto Gismonti. Em maio de 2023, no dia 19, lançou composição inédita póstuma de Ian Guest no single “Diluviando”. A peça foi consequência de trocas de e-mails entre ele e Ian Guest. No dia 24 do mesmo mês foi lançada a partitura da peça no site do Acervo Violão Brasileiro.
Egberto Gismonti
Egberto Gismonti Amin é multi-instrumentista e compositor brasileiro. Foi incluído na lista 30 maiores ícones brasileiros da guitarra e do violão da revista Rolling Stone Brasil, em 2012.
Começou a estudar piano aos cinco anos. Durante a infância e adolescência, seus estudos no Conservatório Brasileiro de Música já incluíam flauta, clarinete, violão e piano. Interessou-se pela pesquisa da música popular e folclórica brasileira.
Nos anos 1970, Gismonti dedicou-se a pesquisas musicais, voltando-se quase exclusivamente à música instrumental. Em 1970, no V Festival Internacional da Canção, concorreu com Mercador de Serpentes. A hesitação das gravadoras brasileiras diante do seu estilo inovador levou-o a procurar selos europeus, pelos quais lançou vários álbuns nas décadas seguintes.
O interesse pelo choro levou-o a se dedicar ao violão de oito cordas e à flauta; a curiosidade sobre as possibilidades da tecnologia e a influência da música contemporânea europeia levaram-no aos sintetizadores; a curiosidade em relação ao folclore e às raízes do Brasil levaram-no a estudar a música dos indígenas do Brasil e a morar, por um breve período, com os Iaualapitis do Alto Xingu.
Entre 1977 e 1993, gravou quinze discos para o selo alemão ECM, dos quais dez foram lançados no Brasil pela BMG em 1995. Por meio de seu selo, Carmo, recomprou seu repertório inicial e é um dos raros compositores brasileiros que são donos do próprio acervo.
Sua obra passou a ser gravada por outros instrumentistas como Pedro Aznar, Delia Fischer, Esperanza Spalding, Hamilton de Holanda e André Mehmari.
Serviço:
45º Festival Internacional de Música de Londrina
Setur apresenta Egberto Gismonti convida Daniel Murray
Local: Cine Teatro Ouro Verde (R. Maranhão, 85)
Data: 13 de julho, domingo.
Ingressos: https://fiml.art.br/programacao-artistica/egberto-gismonti-convida-daniel-murray/
Texto e foto: divulgação


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