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Perdi o interesse sexual por meu companheiro (a)!

29 de novembro de 2022 por Claudia Costa 3 Comentários

As brincadeiras e intimidades sexuais são comportamentos saudáveis na construção de um relacionamento afetivo e sexual entre os casais. Durante a fase de namoro e de conquista sempre estamos dispostos a nos relacionar com nosso parceiro. Olhares de desejo, beijos apaixonados, “mão boba”, palavras picantes no ouvido, troca de confidências, transar em qualquer local e horário do dia  são atitudes normais e corriqueiras entre os casais. E no início do casamento esses comportamentos se mantém por um bom tempo, porém  com o tempo, a “chama do desejo”  e do encantamento vai apagando. Um sintoma importante é quando o casal já não se beija e nem curte momentos de intimidade. Nem toda falta de desejo da mulher está relacionada com a questão hormonal, muitas vezes, a falta de interesse é a decepção com o parceiro…

Nesta enquete o Portal IDEIA DELAS conversou com homens e mulheres que relatam suas experiências. 

Foto: Pixabay

 

Por Claudia Costa

 

Ana Paula ( nome fictício), 50 anos, profissional liberal, mãe de um filho, foi casada durante 25 anos.

“A nossa vida sexual foi decepcionante tanto para mim como também para o meu ex-marido. No inicio do nosso casamento tivemos uma vida sexual bacana. Ele me satisfazia sexualmente , eu gostava do toque dele. Porém, com o passar dos anos, alguns problemas foram acontecendo , ele ficou desempregado por um longo período e nunca mais conseguiu retornar ao trabalho de forma efetiva. Ele começou a beber mais do que  já bebia. Então, algo aconteceu dentro de mim e  comecei a rejeitá-lo, foi uma punição pelo comportamento dele, mas também me puni,  pois abri mão do meu prazer, da minha vida sexual. Ficamos alguns anos sem ter nenhum contato intimo. Eu nunca o trai. Eu preferia me masturbar do que transar com uma pessoa que me decepcionava tanto. Pelo menos nas minhas fantasias eu imaginava o homem que desejava ter. A mulher quer admirar o seu homem, orgulhar-se dele.  O desejo da mulher não é relacionado à beleza de um corpo sarado, mas nas questões emocionais, culturais…. do gostar da pessoa.  Acredito que ao longo do nosso casamento o meu ex-marido começou a ter seus casos  para ter sexo. Nos separamos faz cinco anos e o vejo mais feliz agora. Já esta morando com uma companheira. Durante muitos anos eu me culpei por rejeitá-lo. Não priorizei a minha vida…, mas  agora desejo encontrar um companheiro para curtir a minha vida, receber e dar carinho. Um recomeçar é sempre difícil, principalmente nesta fase da vida. Não sei nem por onde começar, não posso errar  novamente”.

Leopoldo, 71 anos, publicitário, foi casado e manteve mais três relacionamentos estáveis. Esta separado da última companheira.

“Fui casado uma fez e tive mais três relacionamentos estáveis.  A falta de atenção, reconhecimento e falta de carinho são fatores que contribuem para que a falta de desejo aconteça. Dependendo da idade e do tempo em que não exista essa tal intimidade fica mais difícil, mas nada é impossível.”

Sol (nome fictício) , professora, 52 anos, foi casada durante  25 anos e há um ano está separada.

“Acredito que o acúmulo das atividades profissionais e domésticas contribuem para que a mulher perca a disposição pelo sexo. O interesse pode até existir, mas o cansaço físico e mental interferem e com o passar do tempo o interesse também desaparece. É  um grande desafio resgatar a intimidade com o companheiro . Se não existir parceria nas atividades do dia a dia, aquele que estiver sobrecarregado vai acabar se distanciando cada vez mais.”

Ana, 48 anos, nutricionista, foi casada durante 21anos de casamento, está separada há 6 meses,  mas mantiveram relacionamento durante 3 meses.

“No meu caso fui agredida emocionalmente e psicologicamente durante o casamento. Quando essas agressões se intensificaram foi diminuindo meu interesse. Muitas vezes ele brigava comigo durante o dia e à noite me procurava. Por causa da  pressão e chantagem, eu cedia. Resumindo, a mulher precisa se sentir respeitada, admirada pelo parceiro ou parceira. O casamento é a união de duas pessoas diferentes, criadas de forma diferente, com seus fantasmas, fantasias que se completam. Serem companheiros, tratarem um ao outro com respeito e admiração faz com que o casamento sobreviva e a união dure o tempo que for. Durante esse período as duas pessoas vão passar por bons momentos e muitas vezes por momentos ruins, mas se eles tiverem esses sentimentos mútuo, tudo vai fluir.”

É necessário  “olhar” para o companheiro com os olhos do amor. O  casal  deve conversar sobre o que está acontecendo, ouvir e respeitar para juntos melhorar.”

“Pode ser hormonal para as mulheres, o marido deve acompanhá-la ao médico sem cobranças. Pode ser emocional, estresse ou algo relacionado ao trabalho. Pode ser que ela ou ele  não sintam mais tesão um pelo outro, se tornaram amigos… talvez. O importante é conversarem sobre o assunto   e depois que descobrirem o que está acontecendo, se apoiarem e procurarem ajuda. Algumas vezes é mais simples a solução do que eles imaginam.”

Marisa , assistente social, casada há 35 anos ( neste tempo estiveram separamos por 2 vezes e reataram). Casou-se  com o mesmo marido  duas vezes.

“Penso que a rotina destrói qualquer relacionamento, não só o afetivo. Os interesses se modificam ao longo do tempo, a sensação é a de que não olhamos mais na mesma direção. A experiência da maternidade é infinitamente diferente da paternidade. Passa um tempo e vamos deixando de nos conquistar, de nos cuidar. É quando relaxamos. E os filhos tomam o lugar da intimidade.”

” Para resgatar é preciso muito companheirismo, ver no outro e sentir nele a parceria…até porque o tesão diminui mesmo. É indispensável o diálogo, inclusive sobre o distanciamento.”

“É preciso muita disposição para juntos encontrar saída como a  ajuda médica e psicológica.  Isso contribui bastante. Deve-se mudar de ambientes, passar fins de semana em lugares que frequentavam quando namoravam. Fazer surpresas, dar presentes e mimos inesperados e manter o orgulho um pelo outro.”

 

Qualidade de vida e a sexualidade feminina em suas diferentes fases

Historicamente, a sexualidade feminina é um tema que desperta curiosidade nos diferentes meios sociais e que, certamente, apresenta aspectos subjetivos capazes de mobilizar e aguçar o imaginário coletivo. Cercada de mitos e tabus, a sexualidade das mulheres – reprimida por décadas – hoje, tem se firmado com um dos pilares mais importantes quando o assunto é qualidade de vida.

A sexualidade exerce influência sobre os pensamentos, ações e interações e impacta diretamente na saúde física e mental das pessoas, é o que aponta o documento da Assembleia Mundial da Saúde de 2004. “Remover barreiras ao acesso à informações e serviços relacionados à saúde e promulgar leis e regulamentos que promovam e apoiem a saúde sexual são ações que também estão alinhadas à estratégia de saúde reprodutiva”, aponta o documento global.

Uma rotina de práticas saudáveis, tais como, uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, exercícios físicos e movimentos diários de relaxamento são condições que podem contribuir para uma vida sexual mais harmoniosa. Fazer sexo não é apenas prazeroso, o ato sexual tem um papel importante na saúde mental e colabora para um melhor rendimento em outros setores da vida.

Por outro lado, há aspectos importantes a serem considerados no que diz respeito à relação entre sexo e qualidade de vida. Fatores psicológicos como traumas, problemas financeiros e até conflitos pessoais podem impactar no desempenho   sexual das pessoas. Neste caso, as terapias individuais ou de casal costumam apresentar excelentes resultados.

Além disso, é fundamental ficar atento às oscilações de hormônio que, naturalmente, afetam as mulheres na fase madura.  Déficits hormonais podem comprometer o desempenho sexual e, por isso, é importante realizar acompanhamento médico regularmente. É muito comum, nestes casos, a indicação de vitaminas adicionais e tratamento de reposição hormonal (individualizado) para ajudar a manter o equilíbrio e a longevidade.

Também é possível recorrer a alimentos saudáveis para estimular a prática sexual, a exemplo do morango, gengibre, chocolate amargo, abacate, e da pimenta. Considerados alimentos afrodisíacos, são capazes de potencializar o fluxo sanguíneo nos órgãos sexuais e, consequentemente, aumentar a libido.

O desejo, a excitação genital e a resposta emocional ao estímulo sexual mudam, conforme as etapas da vida, ciclo de ovulação e, principalmente, durante a menopausa.

Normalmente, aos 20 anos, as mulheres apresentam imaturidade sexual.  Nesta fase ocorrem as maiores dificuldades por causa da falta de domínio das zonas erógenas do corpo. Aos 30, a ascensão profissional está entre as prioridades das mulheres. É comum, neste período, o uso contínuo de anticoncepcionais, o que prejudica a libido.

Já aos 40 anos, a preocupação com o envelhecimento passa a ser uma questão importante no universo feminino. Por outro lado, “os 40” são o auge da maturidade emocional, o que facilita a autoestima e conhecimento do próprio corpo.

É na fase dos 50 anos que ocorrem as mudanças mais importantes no aspecto fisiológico. A menopausa ocasiona ressecamento vaginal e falta de lubrificação, o que pode interferir no momento do sexo, no entanto, é a fase do ápice da maturidade emocional e corporal.

Aos 60, 70 e 80, os hormônios não são os mesmos, mas o envelhecimento passa a ser um processo consciente. As relações estão pautadas nos laços familiares. Geralmente, o sexo não ocorre com a mesma frequência, mas está associado a momentos de companheirismo.

Sobre Dra. Fabiane Berta – Médica há 10 anos, com especialização pela Santa Casa -SP em Ginecologia Endócrina. Pós -graduanda em Endocrinologia clínica, Longevidade saudável aplicada ao antienvelhecimento genético. Bioquímica e fisiologia hormonal metabólica, Neurociência e comportamento. Idealizadora do movimento #OCITOCINE-SE, que tem por objetivo compartilhar amor por meio da ciência, restaurando a saúde física e mental do ser humano. hormonal.

 

Serviço:

Instagram: https://www.instagram.com/dra.fabianeberta/?hl=pt-br

Arquivado em: Comportamento Marcados com as tags: #tesão, admiração, amor, cumplicidade, decepçãocomparceiro, faltadesedejo, faltadetesão, fetiche, homem, mudançahormonal, mulher, não tenhosexocommeumarido, paixão, rejeição, sexo, sexoporsexo, vidasexual

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

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Comentários

  1. Luzia Rodrigues diz

    29 de novembro de 2022 em 13:51

    Excelente matéria! Parabéns 👏👏👏

    Responder
  2. Quintino diz

    29 de novembro de 2022 em 18:28

    Muito interessante a matéria que faz uma contextualização dos relacionamentos através de depoimentos entre vários níveis de idade!!!

    Responder
  3. Sebastian diz

    28 de julho de 2023 em 23:21

    Muito bem explicado, porem não quero parecer presunçoso ou machista, mas “a mulher precisa de se sentir assim e assado” e o homem, não tem sentimentos?

    Responder

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