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Um tour pela Europa com a relações públicas Emily Secco Bianquini

16 de abril de 2018 por Claudia Costa 2 Comentários

 

Lisboa: Castelo de São Jorge

“A cada nova viagem estou mais convencida a respeito de que viajar é realmente trocar a roupa da alma, como bem descreveu nosso Mario Quintana. Já visitei o continente europeu três vezes e esta última viagem à Europa trocou além da roupa da alma, a roupa da gratidão, a da compreensão, a do amor e a da consciência. Voltei para o Brasil com uma sensação de gratidão enorme e, claro, com a certeza de que voltar para a Suíça já está nos meus planos para a próxima viagem”, diz  a relações Públicas  Emily Secco Bianquini,  32 anos . A jovem  adora viajar. Ela reside em Londrina (PR) e trabalha no SESC (Serviço Social do Comércio).

O roteiro desta última viagem teve início com uma escala que durou 10 horas na cidade de Lisboa.” A capital portuguesa é linda e, em vários aspectos, nos conecta ao Brasil, tanto pela língua, quanto pela arquitetura, muito parecida com a do centro histórico do Rio de Janeiro. Consegui visita o Castelo de São Jorge, o monumento ao descobrimento e, como era sexta-feira Santa, aproveitei para comer o famoso bacalhau português. Os portugueses são simpáticos e a cidade recebe turistas deixando-nos sentir em casa”.

Emily em frente a majestosa basílica Sagrada Família, em Barcelona

Depois da escala em Lisboa,  ela viajou para Barcelona, onde descobriu os encantos da cultura catalã e a genialidade do arquiteto Antoni Gaudí. “Devo dizer que nunca encontrei uma basílica tão imponente e tão surpreendente quanto a Sagrada Família. Somente um gênio para materializar tamanha grandiosidade. A visita à Casa Batló, à Casa Millá e ao Parque Güell, também de Gaudi, valem muito a pena. Fiquei impressionada. A imponência do Museu Nacional d’Art de Catalunya também é impressionante. Barcelona carrega inúmeros encantos, construções, bairros, praças, praias que, sem dúvida alguma, deixam o gostinho de “quero mais” para viagens futuras. É simplesmente fantástico se perder pelas ruas da cidade”.

Na Alemanhã: visita ao campo de concentração

Visita ao Campo de Concentração em Dachau

O segundo destino foi a cidade de Munique, na Alemanha. “Confesso que o idioma foi algo desafiador, pois muitas informações estavam apenas em alemão, mas depois de uns 30 minutos já é possível entender o que eles estão querendo dizer. A cidade da Oktoberfest é repleta de felicidade, tanto nos lugares quanto nas pessoas. Efeito da cerveja? Não sei, mas foi lá que experimentei as melhores cervejas da minha vida”, ressalta Emily. Segundo a relações públicas, a visita à Munique, exige uma passagem pelo majestoso English Garden, um grande parque urbano, com cerca de 4,17 km². É lá que se pode desfrutar da comida típica, das cervejas de um litro e também da paisagem mais linda da cidade. “Meu segundo dia na região da Bavária foi reservado à visita ao Campo de Concentração em Dachau (cerca de 20km de Munique). A visita é emocionante e muito intensa. Você se conecta de forma profunda aos horrores do holocausto.

A beleza do Castelo de Neuscwanstein, construído em 1880

O terceiro dia na Alemanha ficou por conta da visita à cidade de Füssen (há 2 horas de Munique). A viagem até Füssen é cercada por paisagens maravilhosas, por córregos, florestas e montanhas nevadas (dependendo da época do ano). É nessa cidade que está localizado o castelo de Neuschwanstein, construído em 1880 e considerado um dos mais belos do mundo. Tão belo que serviu de inspiração para os castelos criados por Walt Disney. Füssen é daquelas cidades que você encontra nos contos de fada. Ao chegar em Füssen de trem, pegue o ônibus de número 78, que para ao lado de fora da estação e vai até a bilheteria do castelo. A visita dura em média 4 horas e a paisagem lá de cima é de tirar o fôlego”.

De trem pela Suiça

Na Suiça a cidade de Interlaken é a queridinha dos alpes

O terceiro destino da viagem foi a Suíça. “A viagem de trem, saindo de Füssen até a cidade de Lucerna é de tirar o fôlego. Nunca vi nada tão lindo em toda a minha vida. Não é possível descrever a beleza do percurso que durou seis horas, mas passou tão rápido por conta das paisagens que, sem dúvidas, vale a pena cada euro pago na passagem”, diz.  No Trajeto, os alpes alemãs e suíços e passa por lagos, florestas, casinhas, fazendas, enfim, difícil descrever em palavras toda a beleza. “ Nem nos filmes mais lindos eu havia visto algo tão belo. Minha primeira parada na Suiça foi a cidade de Lucerna. Esta á uma das cidades mais famosas da Suíça e uma das mais divulgadas mundo afora. Certamente você já deve ter visto uma foto de Lucerna e se encantado com essa cidade que frequentemente é descrita como uma das mais lindas do país. O cenário montanhoso, o lindo lago e o rio que cortam a cidade além do charme da arquitetura suíça medieval tornam a cidade especial. Lucerna  é rodeada pelos Alpes Suíços com construções centenárias. “Sem dúvidas, a cidade mais linda que eu já visitei. É lá que está localizado o Monte Pilatus. A visita à montanha é parada obrigatória na cidade. Reserve dinheiro para o passei, pois não é barato. Para ir até o topo da montanha são 100 Francos Suíços, algo em torno de R$ 400,00. É possível subir até a metade da montanha por 40 francos (R$ 150,00). A visita é espetacular e vale cada centavo. Minha próxima parada na Suíça foi a cidade mais famosa: Interlaken. Interlaken é a queridinha dos alpes e foi, sem dúvida, o destino suíço que mais me surpreendeu. A cidadezinha pacata, no meio das montanhas, com uma atmosfera agradabilíssima e um visual de tirar o fôlego ganhou meu coração. Há também muito o que fazer em Interlaken. Caminhar pelas simpáticas ruas da cidade já é uma atração. Uma vantagem é que, apesar de estar rodeada de montanhas, a cidade é bem plana e dá para andar a pé tranquilamente. Do ladinho de Interlaken (cerca de 10 min de trem) está Lauterbrunnen. Visitar este lugar é ter a chance de ver de perto a incrível natureza que realmente parece ter saído de livros, pinturas ou cenas de filme. A pequena vila com chalés formada no meio do vale criado por penhascos inclinados em conjunto com cachoeiras e intensa vegetação possui um encanto especial. As espetaculares paisagens de Lauterbrunnen, conhecido com o Vale das 72 cachoeiras, impressionam e não é por acaso que o vale foi a inspiração de J.R.R Tolkien para criar as paisagens da Terra Média na série de livros “O Senhor dos Anéis”.”, salienta Emily.  É em Lauterbrunnen que você consegue subir ao Jungfrau, montanha conhecida por ser o “topo da Europa”, com 4.158m de altitude. Ela não subiu na montanha, havia muitas nuvens, o que prejudicaria a visão, mas, com certeza, este é um passeio para os próximo anos. O valor deste passei era R$ 1.000,00 por pessoa. A Suiça é bastante cara, vá preparado. Apenas para exemplificar: Meu vôo para o Brasil partiu de Zurique. Para ir de Interlaken até Zurique a passagem de trem custou 72 Francos (R$ 280,00). Para comer um foundue, por exemplo, gasta-se em torno de 40 francos por pessoa (R$ 156,00). Chocolates também são caros na Suíça. Os Lindts são mais caros do que no restante da Europa.

As belas paisagens de Lauterbrunnen, conhecido com o Vale das 72 cachoeiras,

 

Arquivado em: Passaporte

Sobre Claudia Costa

Claudia Costa foi editora Folha de Londrina, suplemento da Folha da Sexta, durante 13 anos, e há mais de 17 anos está atuando em comunicação corporativa e marketing. Trabalhou nas empresas Unimed Londrina, Sociedade Rural do Paraná e Unopar. Atua na assessoria de imprensa e comunicação para AREL, SINDICREDPR e diversos profissionais liberais, principalmente, na área da saúde e diversas áreas de prestação de serviço.

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Comentários

  1. Cintia Rocha diz

    16 de abril de 2018 em 19:26

    Claudia, que linda matéria!
    Viajar agrega conhecimento, fazemos novas amizades, conhecer novos lugares, costumes, saborear a culinária local.
    Ameiiiii😘

    Responder
  2. Sadi Chaiben diz

    20 de abril de 2018 em 09:57

    Belas paisagens. Devemos saber curtir a vida nas oportunidades que surgem. Ninguem tira da gente as belezas que constatamos em viagens. A nossa pátria é linda mas viagens ao exterior contribuem para aumentar nosso conhecimento em modo de vida, educação, cuidados ambientais, limpeza, viagem ao tempo e muito mais.
    Otima reportagem. Parabens.
    Sadi Chaiben

    Responder

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