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Chef dá dicas de como comprar carnes de qualidade para o churrasco

22 de janeiro de 2026 por Elisiê Peixoto Deixe um comentário

 

  • Caio Fontenelle, fundador do restaurante Figueira, casa em Blumenau (SC) especializada em carnes assadas na parrilla, revela o segredo para a escolha da carne ideal

    No início do ano, o churrasco ganha ainda mais protagonismo no cenário gastronômico. Segundo o chef e empresário Caio Fontenelle, fundador do Figueira — restaurante especializado em carnes nobres assadas na parrilla —, a qualidade do churrasco começa muito antes da grelha, estando diretamente ligada à escolha da carne.

    “Não adianta ser um ótimo churrasqueiro se a carne não for boa”, brinca o chef, ressaltando que o primeiro passo é entender de onde vem o produto adquirido e suas características. A partir disso, ele explica os principais critérios para identificar uma carne adequada para o churrasco.

    Entenda as diferenças entre raças e famílias de bovinos

    Caio explica que existem duas grandes famílias de bovinos no mundo: zebuínos e taurinos. Os zebuínos, comuns no Brasil por muitos anos, são animais resistentes e adaptados ao clima tropical, mas concentram a maior parte da gordura por fora do músculo.

    Já os taurinos, raças britânicas como os queridinhos Angus e Hereford, possuem uma característica essencial para quem busca maciez: a gordura intramuscular, conhecida como marmoreio. Isso garante suculência, sabor e textura superiores.

    “Quando você escolhe carne de raças britânicas, especialmente Angus e Hereford, está optando por um produto naturalmente mais macio e saboroso”, afirma o chef.

    Observe a classificação e a idade do animal

    Pouco notada pelos consumidores, a etiqueta dentro da embalagem traz informações valiosas sobre a carne, entre elas a classificação do animal, que inclui idade e categoria, fatores que influenciam diretamente na maciez, no sabor e até na coloração da peça.

    A idade é uma das referências mais importantes. Animais mais jovens têm fibras musculares menos desenvolvidas e, por isso, produzem carnes naturalmente mais macias. Já animais adultos, embora ainda possam oferecer qualidade, tendem a apresentar fibras mais firmes.A classificação também informa a categoria, que identifica o estágio de desenvolvimento do bovino. As mais comuns são:

    • Novilho precoce: animais jovens, com bom acabamento de gordura. Costumam oferecer carnes macias e sabor equilibrado;
  • Novilha: fêmeas jovens, geralmente com excelente marmoreio e boa suculência;
  • Vaca: fêmeas adultas. Dependendo do manejo e da raça, podem entregar boa carne, mas tendem a ser mais firmes;
  • Boi: machos adultos castrados. Produzem carnes de sabor mais pronunciado, porém com textura menos delicada que a de animais jovens.

Essas informações ajudam o consumidor a identificar não apenas a maciez e o perfil de sabor da carne, mas também a coerência entre preço e qualidade, garantindo escolhas mais assertivas no supermercado

Prefira embalagens a vácuo

Outro ponto levantado por Caio é a importância da forma de embalagem. Para compras em supermercados, ele recomenda priorizar carnes embaladas a vácuo.

“A carne que vem do vácuo sai direto do frigorífico, sem manipulação. Isso reduz riscos e preserva qualidade”, explica.

Cuidado com embalagens cheias de líquido

O chef também alerta para a compra de embalagens com muito líquido, frequentemente confundido com sangue. “Não é sangue. É o líquido das células, a mioglobina. Quando ele está em excesso, significa que a carne foi muito manipulada ou sofreu variações de temperatura”, diz.

Além de indicar perda de qualidade e suculência, o excesso de líquido na embalagem ainda pesa no bolso. “Se você compra um quilo de carne e tem 100 ml daquele líquido na embalagem, está pagando aproximadamente 10% a mais por algo que vai acabar no lixo”, completa.

Arquivado em: Gastronomia Marcados com as tags: #aescolhadeumaboacarne, #novilha, #portalideiadelas, carnenobre, churrasco

Sobre Elisiê Peixoto

Elisiê Peixoto foi colunista da Folha de Londrina durante 18 anos, lançou cerca de 30 livros. Atuou num programa semanal da extinta TV Mix, escreveu para diversas revistas, trabalha como jornalista e escritora na Editora Mondo. Como colaboradora da Ong Nós do Poder Rosa escreveu cinco livros em prol das causas da mulher. Atua junto ao departamento de marketing do Roberta Peixoto Academy.

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