Por Antônio Mariano Júnior Meses adornados, coloridos; restam poucas cores. Fitinhas e alfinetes, fitinhas adesivadas; lado esquerdo do peito. A conscientização até necessita de cores. A vida, porém, reivindica cores maiores. (...) Ao meu olhar castanho, cores vivas requerem políticas públicas; fitinhas e adesivos chamam a atenção. Para … [Ler mais ...] sobreMeses coloridos. Qual é a cor da vida?
Vale a pena
Tomate sem as reticências internas; sou todo coração?
Por Antônio Mariano Júnior Só como tomates sem as inúmeras reticências internas. Salada. (...) Antônio, pai meu, tirava os estofos gramaticais dos tomates com praticidade cotidiana. Sei lá o porquê. (...) A inexistente poesia do arrancar sementes e misturar no pirex: tomates sem estofo, rodelas de cebola, limão, azeite. Era poeta … [Ler mais ...] sobreTomate sem as reticências internas; sou todo coração?
Vídeo desfocado, declaração nítida. Volte sempre, Cida!
Por Antônio Mariano Júnior Lá no sofá preto do Ouro Verde. Conversávamos. Falou assim, ou mais ou menos assim, o entorno ouviu: “Aceito sugestões de canções para o show”. Tasquei: “A canção que chegou”, do Cartola e do Nuno Veloso. Do disco “Angenor”, que fisga os meus pontos cardeais todas as vezes que o coloco para rodar. (...) Ela: Cida … [Ler mais ...] sobreVídeo desfocado, declaração nítida. Volte sempre, Cida!
A Casa é o sorriso de Irene; a metáfora habitada, a coisa
Por Antônio Mariano Jr Irene, que canta e que ri, quando abre a casa, a dela, rima o que lhe é possível: coração e emoção; há tempos, não. (...) A casa da Irene é um lugar onde os desejos e afeições vêm e vão; vão e vêm, entram e saem e deixam visgos e assoalhos gastos. Faz parte. (...) A casa de Irene localiza-se no Bairro das … [Ler mais ...] sobreA Casa é o sorriso de Irene; a metáfora habitada, a coisa
Confesso que vivi. Que vi. Que ouvi dizer. Que ri e também agradeci
Por Antônio Mariano Júnior Pá! Energia elétrica acabou! (...) Em uníssono: “Ahhhhh...”. Rolou também “taquepariu”. Dois, um meu. Num setor de caixas eletrônicos, uma caixa de sapatos, espremido. A moça: “Calma, bem, calma, amor, pelamordedeus”. O bem, o amor, suado, macho falou grosso: - Eu vou enfiar o pé nessa bosta, vou quebrar essa … [Ler mais ...] sobreConfesso que vivi. Que vi. Que ouvi dizer. Que ri e também agradeci





